O Trium Puerorum é um canto de louvor a Deus, que a Igreja aconselha rezar depois da Santa Missa. A natureza inteira, com o sol, as estrelas, os raios, as nuvens e os mares, se une a esse canto iniciado por três jovens judeus do Antigo Testamento.
Nestes dias, em muitos lugares do mundo, estamos em quarentena. Em algumas zonas foi necessário suprimir até a celebração pública da Eucaristia. Suplicamos a Deus que esta situação passe e em breve Ele possa voltar a tocar as nossas almas através da Comunhão sacramental.
O relacionamento com Deus em nossa oração está intimamente unido a todas as nossas ações na vida diária. Jesus disse-nos isso em sua pregação e São Josemaria procurava recordar-nos sempre.
Deus faz-nos experimentar nossa oração do modo que mais nos convém em cada momento. Santa Isabel é testemunha de como a paciência e a constância transformam-se em uma plena alegria.
A partir carta pastoral de Mons. Fernando Ocáriz sobre a amizade (1/11/2019), oferecemos alguns textos que convidam a descobrir e partilhar um dos grandes tesouros que Jesus continua oferecendo aos apóstolos de hoje.
A linguagem da oração é misteriosa: não podemos controlá-la, mas aos poucos sentimos que muda os nossos corações.
Os santos, homens e mulheres que rezaram durante a sua vida, podem ajudar-nos a aprender a rezar. De modo especial, Santa Maria.
O Papa convida-nos a sermos construtores de novos vínculos sociais. Para isso é imprescindível, além de pregar o Evangelho, procurar ser pessoalmente um autêntico testemunho de caridade cristã.
A oração contemplativa desenvolve uma nova maneira de olhar tudo o que acontece à nossa volta. É um dom que satisfaz nosso desejo natural de unir-nos a Deus nas mais variadas circunstâncias.
São Josemaria falava de um “quid divinum” (algo divino) que podemos descobrir ao nosso redor e nas coisas que fazemos. Ao fazer esta descoberta, encontramos uma nova dimensão, onde compartilhamos tudo com Deus.
Nesses dias tão singulares, tão cheios de preocupações e pensamentos, trazemos alguns conselhos do sacerdote italiano Andrea Mardegan, com ideias de como crescer na nossa vida espiritual mesmo em momentos de crise.
Deus fala em voz baixa, mas constantemente; na Sagrada Escritura – especialmente nos Evangelhos – e também dentro de nós.
Nestes dias de quarentena, é muito difícil para maioria de nós recorrer à confissão. Talvez o tempo para um retorno à normalidade ainda esteja longe; contudo, quando Deus vê que estamos arrependidos, Ele mesmo corre para nós, entusiasmado, feliz e orgulhoso por estarmos voltando a casa.
Neste segundo editorial da série, consideramos a iniciativa de Deus na oração, que procura o ser humano e educa o seu coração para que possa se relacionar com Ele e descubra sua condição de filho amado de Deus.
Oferecemos alguns textos, inspirados na carta pastoral de Mons. Fernando Ocáriz sobre a amizade, que convidam a redescobrir e compartilhar um dos grandes tesouros que Jesus continua oferecendo aos apóstolos de hoje. Faça o download gratuito do livro eletrônico.
Algumas considerações de São Josemaria que podem nos ajudar a ter mais união com Deus e a Igreja nas diferentes ações litúrgicas.
Ao longo de nossa vida de oração também aparecerão dificuldades ou dúvidas. Há muitas razões para pensar que nesses momentos Deus está especialmente perto.
As palavras que São Josemaria utilizava ao iniciar ou terminar sua oração também podem servir de guia para a nossa.
São Josemaria nos ensinou a cuidar das coisas pequenas porque compreendia a capacidade do homem de agradar a Deus com pequenos e quase minúsculos detalhes realizados por amor.
A vida de Moisés ensina que, para cumprir a missão à qual somos chamados, precisamos ser transformados pelo Espírito Santo através da escuta de Deus no diálogo filial com Ele.
O bom ladrão roubou o coração de Cristo com uma palavra e abriu as portas do Céu. Assim é a oração: uma palavra que rouba o coração de Jesus e nos permite viver, a partir desse momento, junto d’Ele.