Tema 11. O testemunho evangélico
Jesus enviou os apóstolos por todo o mundo para “pregar o Evangelho a toda criatura”. O conteúdo desse Evangelho era o que Jesus disse e fez em sua vida terrena. os quatro relatos de Mateus, Marcos, Lucas e João são o resultado de um longo processo de composição. Os Evangelhos não apresentam Jesus como uma figura do passado: são palavras atuais, neles Jesus está sempre vivo.
Tema 12. A Encarnação
Jesus é o Filho Único de Deus que se tornou homem para nossa salvação. Ele é perfeito Deus e perfeito homem: assumiu nossa condição material e corpórea, sujeita a muitas necessidades, para nos salvar dos nossos pecados. Santa Maria é verdadeiramente a Mãe de Deus, porque aquele que ela concebeu como homem, pelo poder do Espírito Santo, não é outro senão o Filho eterno do Pai.
Tema 10. O pecado e a misericórdia de Deus
A perda do sentido do pecado levou à perda da necessidade de salvação, e daí ao esquecimento de Deus por causa da indiferença. No entanto, o triunfo de Cristo é expressão de sua misericórdia para com o ser humano, uma expressão de que “o amor é mais forte do que o pecado”. A misericórdia é a lei fundamental que habita no coração de cada pessoa quando olha para o irmão que encontra no caminho da vida.
Tema 18. A Doutrina Social da Igreja
A boa notícia da salvação exige a presença da Igreja no mundo. O Evangelho constitui, de fato, um anúncio da transformação do mundo segundo o desígnio de Deus. A doutrina social da Igreja faz parte da teologia moral social, que deriva de uma visão cristã do homem e da vida política. A moral social da Igreja ensina que há uma primazia dos bens espirituais e morais sobre os bens materiais.
Tema 9. O ser humano criado por Deus como homem e mulher
O ser humano é uma pessoa porque é humano. A igualdade das pessoas deve se expressar no respeito a cada um e aos grupos. A discriminação, o racismo ou a xenofobia são injustos. O casamento é “conjugalidade”, supõe um vínculo de “posse mútua”. A Igreja exige acolher com respeito, compaixão e delicadeza as pessoas que apresentam tendências homossexuais.
Tema 26. O sujeito moral. A moralidade dos atos humanos
Apenas ações voluntárias estão sujeitas a uma avaliação moral propriamente dita. Uma parte fundamental da formação e da vida cristã é a educação do complexo mundo dos sentimentos. O meio de ordenar as paixões é a aquisição de hábitos morais chamados virtudes. O objeto, a intenção e as circunstâncias são as “'fontes' ou elementos constituintes da moralidade dos atos humanos”. O ato moralmente bom pressupõe ao mesmo tempo a bondade do objeto, o fim e as circunstâncias.
Tema 13. Paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo
Jesus aceitou livremente os sofrimentos físicos e morais impostos pela injustiça dos pecadores. A cruz de Cristo é, antes de tudo, a manifestação do amor generoso da Trindade para com os homens, de um amor que nos salva. O mistério da Cruz, presente nos sacramentos, conduz-nos a uma vida nova. Por meio da ressurreição de Jesus, Deus inaugurou uma nova vida, a vida do mundo futuro, e a colocou à disposição dos homens.
Tema 14. O Espírito Santo e sua ação na Igreja
A ação do Espírito Santo realiza-se na Igreja por meio dos sacramentos. Costuma-se dizer que o Espírito Santo é a alma da Igreja porque realiza nela algumas das funções que a alma realiza no corpo: vivificá-la, impulsioná-la à missão, unificá-la no amor. É o mestre interior que fala no coração do homem, que lhe revela os mistérios de Deus, que o faz discernir o que é agradável a Deus.
Tema 6. O ser humano, imagem de Deus
O homem é a única criatura com capacidade de conhecer e amar, que vai além do material e finito. Se Deus nos criou com espírito, é para que O conheçamos e amemos: a criação do homem à imagem de Deus implica a possibilidade de uma relação de comunicação mútua. O ser humano, sendo imagem de Deus e participando d’Ele, que é amor, é um ser capaz de amor.
Tema 5. A Providência de Deus
A pergunta sobre a possibilidade e a eficácia das intervenções divinas em nosso mundo é legítima. A aceitação cotidiana da providência é um ato de esperança teologal, que não exclui o exercício responsável da liberdade, que faz parte do plano de Deus. A providência leva o cristão a uma atitude de confiança filial em Deus em todas as circunstâncias.










