Tema 29. O terceiro mandamento
O homem, chamado a participar do poder de Deus aperfeiçoando o mundo por meio de seu trabalho, também deve deixar de trabalhar no sétimo dia, para dedicá-lo ao culto divino e ao descanso. Santifica-se o domingo principalmente com a participação na Santa Missa. A Igreja estabelece esta obrigação para que não falte a seus filhos o alimento que lhes é absolutamente necessário para viver como filhos de Deus.
Tema 8. O domínio sobre a criação. O trabalho. A ecologia
Deus concede ao homem a autoridade sobre o mundo e manda que a exerça. A proteção do meio ambiente é uma obrigação moral que diz respeito a cada pessoa e a toda a humanidade. A ecologia é uma das áreas em que o diálogo dos cristãos com os fiéis de outras religiões é especialmente importante para estabelecer uma colaboração.
Tema 15. A Igreja, fundada por Cristo
Cristo foi manifestando ao longo de sua vida como deveria ser a sua Igreja. A Igreja é a comunidade de todos os que receberam a graça regeneradora do Espírito pela qual são filhos de Deus. Todos os batizados participam do sacerdócio comum. O movimento ecumênico é uma tarefa eclesial pela qual se procura a unidade visível entre os cristãos na única Igreja fundada por Cristo.
Tema 19. A ressurreição da carne
O corpo ressuscitado será real e material, mas não terreno nem mortal. O enigma da morte do homem só é compreendido à luz da ressurreição de Cristo e da nossa ressurreição n'Ele. A vida eterna dá sentido último e permanente à vida humana, ao compromisso ético, à entrega generosa, ao serviço abnegado, ao esforço por comunicar a doutrina e o amor de Cristo a todas as almas. A possibilidade da condenação perpétua no inferno lembra aos cristãos a necessidade de viver uma vida inteiramente dedicada aos outros.
Tema 25. A vida cristã: a lei e a consciência
A lei eterna, a lei natural, a Nova Lei ou Lei de Cristo, as leis humanas políticas e eclesiásticas são leis morais em sentidos muito diferentes, embora que todas elas tenham algo em comum. A consciência formula “a obrigação moral à luz da lei natural”, é “a norma próxima da moralidade pessoal”.
Tema 13. Paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo
Jesus aceitou livremente os sofrimentos físicos e morais impostos pela injustiça dos pecadores. A cruz de Cristo é, antes de tudo, a manifestação do amor generoso da Trindade para com os homens, de um amor que nos salva. O mistério da Cruz, presente nos sacramentos, conduz-nos a uma vida nova. Por meio da ressurreição de Jesus, Deus inaugurou uma nova vida, a vida do mundo futuro, e a colocou à disposição dos homens.
Tema 3. O desenvolvimento da Revelação
Deus se revelou pouco a pouco ao homem e culminou sua revelação com a Encarnação. Cristo constituiu a Igreja, que mantém a sua memória viva e o apresenta como o que, tendo vivido neste mundo, ressuscitou e permanece entre nós para sempre. E realiza esta missão custodiando a palavra de Deus, recolhida nas Sagradas Escrituras, transmitindo a Tradição e ensinando, iluminada pelo Espírito Santo, como viver cristãmente em cada época (Magistério).
Tema 2. O porquê da Revelação
No homem existe um desejo natural de alcançar um conhecimento pleno de Deus, que não é capaz de atingir sem a ajuda de Deus. Deus se revelou como um ser pessoal e trino, através da “história da salvação”, recolhida na Bíblia. Com essa Revelação, Deus quer oferecer aos homens a possibilidade de viver em comunhão com Ele, para que possam participar dos seus bens e da sua vida, e assim chegar à felicidade.
Tema 14. O Espírito Santo e sua ação na Igreja
A ação do Espírito Santo realiza-se na Igreja por meio dos sacramentos. Costuma-se dizer que o Espírito Santo é a alma da Igreja porque realiza nela algumas das funções que a alma realiza no corpo: vivificá-la, impulsioná-la à missão, unificá-la no amor. É o mestre interior que fala no coração do homem, que lhe revela os mistérios de Deus, que o faz discernir o que é agradável a Deus.
Tema 1. O anseio de Deus
No fundo do espírito humano encontramos uma sede de felicidade que se dirige à esperança de um lar, de uma pátria definitiva. Somos terrenos, mas aspiramos ao eterno, desejamos a Deus. Um Deus que podemos conhecer, com certeza, como sendo a luz e origem do universo e como sumo bem, através do mundo e da pessoa humana.










