“Ao esquecimento de si mesmo chega-se pela oração”
A maior parte dos que têm problemas pessoais, "têm-nos" pelo egoísmo de pensar em si próprios. (Forja, 310)
O Prelado, no Canadá: “Convertei a vida corrente numa conversa com Deus”
D. Javier Echevarría está a realizar uma viagem pastoral pelos EUA e pelo Canadá. Disponibilizamos um artigo de imprensa no qual uma jornalista de Montreal resume uma tertúlia que teve lugar na cidade.
“No Evangelho, como um personagem mais”
Oxalá fossem tais as tuas atitudes e as tuas palavras, que todos pudessem dizer quando te vissem ou ouvissem falar: "Este lê a vida de Jesus Cristo". (Caminho, 2).
“E não dizem sempre a mesma coisa os que se amam?... ”
O Santo Rosário é arma poderosa. Emprega-a com confiança e maravilhar-te-ás do resultado. (Caminho, 558)
“Conversei com Ele?”
É possível que te assuste esta palavra: meditação. Faz-te lembrar livros de capas negras e velhas, ruído de suspiros ou rezas como cantilenas rotineiras... Mas isso não é meditação. Meditar é contemplar, considerar que Deus é teu Pai, e tu seu filho, necessitado de ajuda; e depois dar-lhe graças pelo que já te concedeu e por tudo o que te há-de dar. (Sulco, 661)
“Santo, sem oração?”
Se não procuras a intimidade com Cristo na oração e no Pão, como podes dá-Lo a conhecer? (Caminho, 105)
“A maior revolução de todos os tempos!”
Se nós, os cristãos, vivêssemos realmente de acordo com a nossa fé, far-se-ia a maior revolução de todos os tempos! A eficácia da co-redenção depende também de cada um de nós! Pensa nisto. (Forja, 945)
“Que nunca deixe de praticar a caridade”
Não é compatível amar a Deus com perfeição e deixar-se dominar pelo egoísmo – ou pela apatia – na relação com o próximo. (Sulco, 745)
“Em que devemos esperar?”
Ante um panorama de homens sem fé e sem esperança; ante cérebros que se agitam, à beira da angústia, buscando uma razão de ser para a vida, tu encontraste uma meta: Ele! E esta descoberta injectará permanentemente na tua existência uma alegria nova, transformar-te-á e apresentar-te-á uma imensidão diária de coisas formosas que te eram desconhecidas, e que mostram a jubilosa amplidão desse caminho amplo que te conduz a Deus. (Sulco, 83)
“Sentimos que é a filha que mais nos acompanha”
Maria da Natividade e Joaquim Marcelino têm quatro filhos, três deles casados, e ainda nove netos. Vivem em Lisboa, onde também reside a filha mais velha, Margarida, numerária do Opus Dei e a única dos quatro que vive na mesma cidade. Uma semana antes do marido morrer repentinamente, no termo de uma peregrinação a França, Maria da Natividade falou da sua relação com o Opus Dei.


