«A doença desapareceu, a minha família voltou»
Esta advogada brasileira pediu para ser curada do cancro e recebeu muito mais do que isso. Partilhamos esta graça recebida por ocasião do aniversário do pedido de admissão ao Opus Dei do Beato Álvaro del Portillo.
Onde podes amar mais?
Javi Ballester fala sobre a doença mental do seu pai, sobre como a família aprendeu a aceitá-la e a apoiá-lo no seu sofrimento, e sobre como isso o ajudou a encontrar a sua própria vocação.
Fernando: «Que me ensinaram os meus onze anos no Opus Dei?»
Fernando fez parte do Opus Dei durante onze anos. Hoje, após uma saída difícil e um caminho de regresso, reflete sobre o impacto desses anos e sobre como uma amizade autêntica pode mover montanhas.
A autonomia das atividades humanas e o valor da secularidade
O artigo reflete sobre a autonomia das realidades temporais e o valor cristão da secularidade. Os ensinamentos de São Josemaria ajudam a compreender que o trabalho, a vida civil e os compromissos profissionais possuem leis próprias e que os cristãos são chamados a santificá-las a partir de dentro, com liberdade e responsabilidade pessoal.
«Contigo já tenho uma família»: a felicidade de um casal sem filhos
Passado algum tempo de ser casada com António, Cloti, que trabalha numa ótica por onde passam muitos clientes, ouvia frequentemente a mesma pergunta: «E então, não têm filhos?».
Intenção mensal geral e regional
Publicamos a intenção proposta pelo Prelado até 2 de outubro de 2026, e a intenção regional.
Quando o outro deixa de ser interlocutor
A polarização não começa com a discordância, mas sim quando deixamos de ver a outra pessoa como alguém com quem vale a pena falar. Numa época em que é mais fácil “cancelar” do que dialogar, os cristãos são chamados a algo mais difícil e libertador: manter a porta aberta, mesmo que a outra pessoa não pense como eu.
Uma segunda oportunidade ao serviço dos outros
Dez anos depois de ter estado à beira da morte, a vida de Étienne mudou por completo. Beneficiando de um duplo transplante pulmonar, este pai de família e médico viu, de facto, na sua cura uma espécie de «segunda oportunidade». O acompanhamento de pais de família e a ajuda prestada a pessoas sem-abrigo são testemunhos de uma vida que se tornou mais atenta aos outros.
Ale, Bolívia: «Pensei nesses momentos em que tinha sido feliz, e recordei os meus anos no Opus Dei»
Ale é boliviana, mãe de dois filhos, psicoterapeuta e médica. Dedicou grande parte da sua vida ao serviço social. Inspirada pelos ensinamentos de São Josemaria, compreendeu que a pobreza não é só material, mas também a falta de amor e de Deus. Juntamente com o seu marido decidiu dedicar-se à reabilitação social. Quando este morreu num acidente, Ale apercebeu-se de que devia continuar, apoiada na sua fé.
Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»
Coral sonhava com a Gastronomia, mas o seu caminho levou-a a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a sua fé, encontrou o seu verdadeiro propósito.










