Mitzi estuda Direito, trabalha num escritório de advogados e vive com os irmãos. O seu dia a dia é o de qualquer jovem na casa dos vinte anos: aulas, desporto, trabalho, amigos. Uma vida normal. E é precisamente essa mesma normalidade que a aproxima de Isidoro.

Entre os estudos e o trabalho, Mitzi nem sempre encontra tempo para ler, por isso um audiolivro acaba por ser o aliado perfeito. Foi assim que chegou ao podcast «Isidoro 100%», que conta a vida deste argentino a caminho dos altares.
Engenheiro, como o meu pai
«Identifico-me muito com a ideia do Papa Francisco dos santos ao pé da porta , aqueles que viveram vidas comuns e encontraram Deus no quotidiano», conta Mitzi. O facto de Isidoro ser argentino e de o pai e o irmão dela serem engenheiros, como ele, torna-o ainda mais próximo.
«Ouvi o audiolivro e gostei muito do facto de ele ser argentino. O que mais me impressionou foi a forma como trabalhou nos bastidores, sem fazer nada de extraordinário. Limitou-se a realizar o seu trabalho diário, dando apoio e ajudando a fazer crescer a Obra. A sua vida foi muito normal».
Isidoro, arranja um trabalho ao meu irmão, por favor
Há algum tempo, o irmão de Mitzi ficou sem emprego de um dia para o outro. Ela sugeriu-lhe que pedissem ajuda a Isidoro e começaram a rezar todos os dias com uma pagela sua. Ao fim de um mês, o irmão conseguiu trabalho numa grande empresa, num posto ainda melhor do que o anterior.
📥 Descarregue a pagela de Isidoro
«Isidoro tratou de resolver tudo tão depressa… Agora pedimos-lhe tudo, está muito presente na nossa vida. É muito bonito», diz, e percebe-se que fala com toda a sinceridade.
Um santo do quotidiano

Isidoro nasceu em Buenos Aires, em 1902. Passou a juventude em Espanha, onde estudou Engenharia, e mais tarde trabalhou nos caminhos de ferro, em Málaga. Uma vida que, vista de fora, não tinha nada de extraordinário.
No entanto, todos os que o conheceram concordam que era o melhor colega que alguém poderia ter. Durante a Guerra Civil Espanhola, serviu-se do seu passaporte argentino para ajudar pessoas escondidas ou presas, arriscando a própria vida pelos amigos. Além disso, transportava o Santíssimo Sacramento de um lugar para outro para facilitar a comunhão aos fiéis.
Morreu em 1943, com apenas 40 anos, já com fama de santidade. Em 2016, o Papa Francisco declarou-o Venerável, reconhecendo que viveu as virtudes cristãs de forma heroica.
Ainda não conhece Isidoro?
«A quem ainda não conhece Isidoro, diria que tenha a coragem de lhe pedir muito. Ele nunca desilude».
