Miriam, do México: «A Administração pode contribuir muito para a sociedade»
Miriam descobriu a sua vocação no Opus Dei como numerária auxiliar através da sua vocação profissional. Hoje, vários anos depois, reflete sobre como ter uma projeção profissional clara é uma peça-chave para servir melhor os outros.
«Para avançar, é preciso saber ceder»
Todo o pai sabe o que é cair. Pedir perdão, recomeçar, voltar a tentar. O Enrique não procurava uma escola para isso, mas encontrou-a num campo de râguebi cheio de lama.
Enrique, Chile: «Esta vocação ou é uma loucura ou é verdade»
Enrique Concha é decorador. Neste vídeo conta como descobriu a sua vocação para o Opus Dei, explica como a fé dá sentido à sua vida quotidiana e ao seu trabalho criativo e fala de liberdade e da busca de transcendência nas coisas simples de cada dia.
Mercedes e Concha, Espanha: «Tivemos sempre apoio para cuidar dos nossos irmãos»
Mercedes e Concha são irmãs e as duas são numerárias auxiliares. Depois de muitos anos de trabalho na administração de casas do Opus Dei, agora dedicam-se ao cuidado dos seus irmãos, que sofrem de paraplegia espástica, e a levar por diante atividades de apostolado em lugares da costa levantina como Gandía ou Alzira. Partilhamos a seguir uma conversa entre as duas irmãs.
Ernesto: de Cuba às Canárias e ao mundo inteiro
Ernesto não é o protagonista de uma peça de teatro, embora a sua vida bem pudesse ter sido escrita por um dramaturgo. A sua aventura começa em Cuba e termina em Tenerife, mas, como acontece nas grandes narrativas, o caminho que percorre é marcado por surpresas, desafios e um final feliz.
Luli, Argentina: “A Obra ajudou-me a desenvolver a minha própria personalidade, nunca a esmagá-la“
Luli tem 38 anos é natural de Corrientes, Argentina. Ao longo do seu percurso, cultivou uma profunda relação com as pessoas, desenvolvendo uma paixão por escutar, partilhar e aprender das experiências dos outros. Esta faceta da sua vida, que antes não era muito chamativa, converteu-se num dos aspetos mais enriquecedores da sua vocação para o Opus Dei, como numerária auxiliar.
Abi, Austrália: «A minha vida era cheia de coisas, mas eu não estava completamente feliz»
Abi cresceu em Perth, Austrália Ocidental. Lá, estudou Patologia e Medicina Laboratorial, e também desenvolveu uma série de hobbies que, no entanto, não a satisfaziam totalmente: “Eu tinha tempo, tinha dinheiro, tinha oportunidades. Mas senti que estava a desperdiçar o meu tempo... bem, não o meu tempo, a minha vida”.
Gustavo: «Deus propôs-me um plano mais original do que o meu»
Gustavo preparava-se para ser notário, mas descobriu – em parte graças à sua vocação ao Opus Dei – que o seu mundo era o da comunicação. Trabalhou com marcas como Warner Music, L´Oreal, Vocento ou Bankinter e com artistas e personalidades como Alejandro Sanz, Chambao, Miguel Bosé... e o Papa Bento. Gustavo foi a pessoa que convenceu o Vaticano a abrir uma conta no Twitter. Diz que o dia mais feliz da sua vida foi quando Pontifex lançou o seu primeiro twit.
Andyara, Brasil: «Aprendi a crescer em cada desafio»
Andyara compartilha a sua história de vida, que é inspiradora: desde a sua infância em Campinas, Brasil, até à sua experiência no Líbano, passando pelos desafios da doença e da guerra. Acompanha-nos, enquanto nos conta como o seu amor por la literatura, como vive a sua fé no Opus Dei e a sua valentia perante a adversidade a levaram a uma vida cheia de aventuras, lições e profundo crescimento.
Paola: «O meu chefe é Deus»
Após vinte anos a trabalhar como arquiteta em obras, Paola ingressou no mundo do ensino de história da arte e desenho técnico. Neste testemunho, fala-nos sobre a sua vocação, o seu trabalho e as suas paixões.










