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Viver a vocação em família: cada caminhante siga o seu caminho

Acompanhar os filhos na escolha da sua vocação é um desafio para os pais, mas Deus sempre surpreende e semeia muitos frutos. A família de Annabel viveu isso. Esta é a sua história.

Testemunhos

Mª Angeles, Espanha: «Olho um pouco para trás e penso que tenho uma vida em cheio»

Mª. Angeles conheceu o Opus Dei por casualidade, quando uma professora do ensino secundário da sua terra lhe falou da oportunidade de viver num Centro de Estudo e Trabalho (CET). Ali aprendeu sobretudo três coisas: “Primeiro, a compatibilizar o estudo e o trabalho, a aproveitar mais o tempo porque em casa… não fazia nenhum. Depois, ajudou-me a perceber o que é a vida cristã vivida com coerência. E a terceira coisa, que condicionou depois a descoberta da minha vocação, foi conhecer o Opus Dei por dentro”.

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Sofía, Guatemala: «Nas decisões importantes, senti-me acompanhada e livre»

Sofía Villalba, uma jovem guatemalteca de 26 anos, partilha a sua experiência de discernimento vocacional com honestidade e gratidão. Desde muito nova, sentiu o desejo de se entregar a Deus e, após um período de procura e reflexão, pediu a admissão como numerária do Opus Dei, no segundo ano da Faculdade. Apesar da vontade e do esforço sincero para viver essa vocação, com o tempo reconheceu que esse não era o seu caminho.

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Anita: «a Obra continua a ser a minha família»

Ana María Cordero – Anita – foi numerária auxiliar durante muitos anos. Passado um tempo em que rezou muito por isso, percebeu que esse não era o seu caminho, mas “sentindo sempre que tinha as portas abertas para regressar aos meios de formação”.

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Jillian, Singapura: «Mudei a forma de ver as coisas»

Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou a sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.

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Miriam, Brasil: «Deus, tal como o GPS, agora recalcula o teu caminho»

Miriam, do Brasil, tem 34 anos e é médica ginecologista e obstetra. Casou e tem um filho de meses. Durante algum tempo, foi agregada do Opus Dei, até que viu que o seu caminho era outro, após um período de reflexão em que sempre se sentiu acompanhada e compreendida.

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Santa Teresa de Ávila e São Josemaria

A 15 de outubro, a Igreja celebra a Festa de Santa Teresa de Ávila. Reunimos alguns episódios que narram o carinho de São Josemaria pela Santa e a influência nos seus escritos.

Mark Lee, Singapura: «Levei 30 anos para dizer que sim a Deus»

Mark descobriu o Opus Dei na década de 1990, mas durante décadas hesitou em dizer que sim a Deus, convencido de que não estava pronto. Finalmente, um retiro ajudou-o a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda aqueles que Ele chama a crescerem em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de carteiras, encontra alegria na oração, força no trabalho e maior presença com a sua família e com as pessoas ao seu redor.

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Laura, Valência: «Queria que o meu trabalho ajudasse as pessoas a serem melhores»

Laura tem 31 anos e vive em Valência. Em pequena, aprendeu a rezar e isso marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, âmbito em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.

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Ilona, Finlândia: «Gosto de pensar em mim como uma pessoa que tem “sisu”»

“Sisu” é uma palavra finlandesa que se traduz como perseverança, garra ou determinação. Ilona representa bem este conceito: nascida num país onde os católicos são uma minoria, sonha mudar o mundo através do seu trabalho académico. “Tento combater a polarização com dados, com base na estatística. nem tudo é branco ou preto”, afirma.

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