Ale, Bolívia: «Pensei nesses momentos em que tinha sido feliz, e recordei os meus anos no Opus Dei»
Ale é boliviana, mãe de dois filhos, psicoterapeuta e médica. Dedicou grande parte da sua vida ao serviço social. Inspirada pelos ensinamentos de São Josemaria, compreendeu que a pobreza não é só material, mas também a falta de amor e de Deus. Juntamente com o seu marido decidiu dedicar-se à reabilitação social. Quando este morreu num acidente, Ale apercebeu-se de que devia continuar, apoiada na sua fé.
Bek, Austrália: «Não creio que alguém possa afirmar ter dominado completamente a arte de amar»
Rebekah, mais conhecida como Bek, é de Wollongong, Austrália. Bek tem muitos hobbies: gosta de velejar, pintar, ler, música e cozinhar. A sua paixão pela culinária tornou-se a sua área de desenvolvimento profissional. O propósito do seu trabalho é fazer com que as pessoas se sintam amadas, o que requer aprendizagem contínua: «Não creio que alguém possa dizer que chegou ao topo da aprendizagem de como amar as pessoas».
Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»
Coral sonhava com a Gastronomia, mas o seu caminho levou-a a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a sua fé, encontrou o seu verdadeiro propósito.
Kele, Argentina: «É um presente de Deus aproveitar o que se escolhe»
Kele estudou Técnica Auxiliar de Gastronomia e Nutrição. Ao conhecer o Opus Dei, afirma, «foi tudo uma grande descoberta, porque não conhecia nada e não sabia que podia naturalmente meter Deus nas minhas coisas», inclusivamente «nas saídas que fazia com as minhas amigas».
Merce, Argentina: «Creio que a fidelidade é felicidade»
Merce López, agregada, encontrou, na gastronomia, a sua profissão, mas na vocação, o seu propósito. Por meio da vida quotidiana, da fé e do trabalho em equipa, descobriu que o seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.
Carol, Brasil: «A Obra tornou-se uma extensão da minha família»
Caroline, de 37 anos e com origens em Osasco, Brasil, provém de uma família em que o pai é cabeleireiro e a mãe, professora de matemática. Estudou hotelaria e realizou um curso de especialização no setor de serviços. A sua vocação para a Obra como numerária auxiliar é definida como «uma mãe dentro do Opus Dei», destacando que «nós sabemos cuidar, como qualquer mãe faria, e em todos os aspetos». Isto «também tem impacto espiritualmente, não só materialmente».
Mariana, Argentina: «Conheci o Opus Dei por uma pessoa que não continuou na Obra»
Mariana é natural da província de Buenos Aires, mas viveu durante 13 anos em três países europeus: «Conheci muitíssimas pessoas com mentalidades e formas de estar muito diversas – afirma –. Isto permitiu-me aprender sobre outros modos de viver e ampliar a minha perspetiva». A sua própria opção de vida como numerária auxiliar do Opus Dei permitiu-lhe conhecer mais pessoas e dar um lugar no seu coração a muitas mais.
Fernando: «Que me ensinaram os meus onze anos no Opus Dei?»
Fernando fez parte do Opus Dei durante onze anos. Hoje, após uma saída difícil e um caminho de regresso, reflete sobre o impacto desses anos e sobre como uma amizade autêntica pode mover montanhas.
Lidia, Bolívia: «Pedi para ser da Obra e disseram-me que não»
Juana Lidia Quispe Maita é da comunidade de Copachilaia. Da sua comunidade vê-se o lago Titicaca que fica a 4000 metros acima do nível do mar, e é numerária auxiliar do Opus Dei. «Estou aqui a cuidar da minha mãe, que está sozinha, a acompanhá-la e ajudá-la no que for preciso. E, de vez em quando, vou à cidade...».
«Cabo: fui-me abaixo no meio da rua... mas eu tinha paz»
Desde perder-se entre autocarros e fábricas geladas em Inglaterra até descobrir um chamamento que lhe mudaria a vida. Uma história sobre medo, entrega e a estranha certeza de que Deus não abandona ninguém, mesmo nos lugares mais cinzentos.










