Anita: «a Obra continua a ser a minha família»
Ana María Cordero – Anita – foi numerária auxiliar durante muitos anos. Passado um tempo em que rezou muito por isso, percebeu que esse não era o seu caminho, mas “sentindo sempre que tinha as portas abertas para regressar aos meios de formação”.
Mª Angeles, Espanha: «Olho um pouco para trás e penso que tenho uma vida em cheio»
Mª. Angeles conheceu o Opus Dei por casualidade, quando uma professora do ensino secundário da sua terra lhe falou da oportunidade de viver num Centro de Estudo e Trabalho (CET). Ali aprendeu sobretudo três coisas: “Primeiro, a compatibilizar o estudo e o trabalho, a aproveitar mais o tempo porque em casa… não fazia nenhum. Depois, ajudou-me a perceber o que é a vida cristã vivida com coerência. E a terceira coisa, que condicionou depois a descoberta da minha vocação, foi conhecer o Opus Dei por dentro”.
Paola: «O meu chefe é Deus»
Após vinte anos a trabalhar como arquiteta em obras, Paola ingressou no mundo do ensino de história da arte e desenho técnico. Neste testemunho, fala-nos sobre a sua vocação, o seu trabalho e as suas paixões.
Jillian, Singapura: «Mudei a forma de ver as coisas»
Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou a sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.
Gustavo: «Deus propôs-me um plano mais original do que o meu»
Gustavo preparava-se para ser notário, mas descobriu – em parte graças à sua vocação ao Opus Dei – que o seu mundo era o da comunicação. Trabalhou com marcas como Warner Music, L´Oreal, Vocento ou Bankinter e com artistas e personalidades como Alejandro Sanz, Chambao, Miguel Bosé... e o Papa Bento. Gustavo foi a pessoa que convenceu o Vaticano a abrir uma conta no Twitter. Diz que o dia mais feliz da sua vida foi quando Pontifex lançou o seu primeiro twit.
Mercedes e Concha, Espanha: «Tivemos sempre apoio para cuidar dos nossos irmãos»
Mercedes e Concha são irmãs e as duas são numerárias auxiliares. Depois de muitos anos de trabalho na administração de casas do Opus Dei, agora dedicam-se ao cuidado dos seus irmãos, que sofrem de paraplegia espástica, e a levar por diante atividades de apostolado em lugares da costa levantina como Gandía ou Alzira. Partilhamos a seguir uma conversa entre as duas irmãs.
Miriam, Brasil: «Deus, tal como o GPS, agora recalcula o teu caminho»
Miriam, do Brasil, tem 34 anos e é médica ginecologista e obstetra. Casou e tem um filho de meses. Durante algum tempo, foi agregada do Opus Dei, até que viu que o seu caminho era outro, após um período de reflexão em que sempre se sentiu acompanhada e compreendida.
Santa Teresa de Ávila e São Josemaria
A 15 de outubro, a Igreja celebra a Festa de Santa Teresa de Ávila. Reunimos alguns episódios que narram o carinho de São Josemaria pela Santa e a influência nos seus escritos.
Mark Lee, Singapura: «Levei 30 anos para dizer que sim a Deus»
Mark descobriu o Opus Dei na década de 1990, mas durante décadas hesitou em dizer que sim a Deus, convencido de que não estava pronto. Finalmente, um retiro ajudou-o a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda aqueles que Ele chama a crescerem em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de carteiras, encontra alegria na oração, força no trabalho e maior presença com a sua família e com as pessoas ao seu redor.
Laura, Valência: «Queria que o meu trabalho ajudasse as pessoas a serem melhores»
Laura tem 31 anos e vive em Valência. Em pequena, aprendeu a rezar e isso marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, âmbito em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.










