Ajudar para ser ajudado

Sem pertencer ao Opus Dei, pode-se cooperar de diferentes modos no trabalho apostólico que a Prelatura realiza.

► Ver o site queroajudar.pt com algumas incitativas do Opus Dei em Portugal em que pode colaborar

"À medida que o nosso afã de amor e de paz se for estendendo, como uma consequência do espírito cristão que irá empapando todas as atividades do mundo, contribuiremos para serem mais facilmente resolvidos os grandes problemas que afetam a humanidade". S. Josemaria dizia que a Obra não poderia concretizar este sonho sem a ajuda dos cooperadores.

Os cooperadores são pessoas de todas as raças, culturas e religiões: católicos e não católicos, cristãos ou não e também não crentes, que com os fiéis da prelatura e outros cidadãos promovem numerosas iniciativas de caráter formativo e social.

A sua colaboração pode ser tanto de caráter espiritual como material. “Precisamos de cooperadoras como tu, que rezem, cooperadoras como tu, que sorriam”, disse S. Josemaria a uma peruana, numa viagem pela América Latina. No aspeto material, podem cooperar com o seu trabalho ou com esmolas.

Os cooperadores são pessoas de todas as raças, culturas e religiões: católicos e não católicos, cristãos ou não e também não crentes, que com os fiéis da prelatura e outros cidadãos promovem numerosas iniciativas de caráter formativo e social

Referindo-se àqueles que partilham ideais de promoção humana com fiéis do Opus Dei, S. Josemaria dizia: “Tenho muitos amigos que não são católicos. Dão-nos um pouco daquilo que até agora julgavam necessário, dão-no generosamente para as obras apostólicas. Cedem-nos o seu tempo e um pedaço da sua vida”.

Os cooperadores católicos apreciam também o sentido espiritual e apostólico destas atividades, ao serviço de Deus, da Igreja e de todas as almas. Entre estes, além de leigos, contam-se clérigos de muitas dioceses de todo o mundo, e comunidades religiosas, que colaboram com a sua oração.

Os cooperadores recebem o afeto, o agradecimento e a oração diária do prelado e de todos os fiéis do Opus Dei. Os cooperadores católicos beneficiam também dos bens espirituais concedidos pela Igreja Católica àqueles que colaboram com o Opus Dei. Em determinados dias do ano podem receber o dom de algumas indulgências, cumprindo as condições estabelecidas pela Igreja e renovando, por devoção, os seus compromissos como cooperadores.

Recebem, além disso, a ajuda espiritual de Prelatura do Opus Dei, através da oração de todos os seus fiéis e a possibilidade de participarem, se o desejam, em recoleções, círculos e outros meios de formação. Esta formação estimula-os a aprofundarem a vida espiritual, a amar o Papa e os Bispos com atos concretos e a darem pessoalmente, sem formarem um grupo, um testemunho consequente com a sua vocação cristã.

Muitas pessoas descobrem nestes meios de formação a possibilidade de praticarem e difundirem no seu próprio ambiente um dos traços fundamentais do espírito do Opus Dei: a santificação do trabalho quotidiano e dos deveres familiares e sociais.

Não se requer uma vocação específica para ser cooperador. Geralmente, os cooperadores entram em contacto com a prelatura porque são parentes, amigos, colegas ou vizinhos de fiéis do Opus Dei, têm devoção a S. Josemaria, participam nos apostolados da prelatura, ou se interessam pelas atividades de promoção humana e social que se realizam através das iniciativas apostólicas dos seus fiéis.

As comunidades religiosas podem ser nomeadas cooperadoras do Opus Dei. Estas comunidades – cerca de 500, atualmente – cooperam com os trabalhos da prelatura com a sua oração diária.

As comunidades religiosas podem ser nomeadas cooperadoras do Opus Dei. Estas comunidades – cerca de 500, atualmente – cooperam com os trabalhos da prelatura com a sua oração diária.

Também crentes de outras religiões

Entre os cooperadores do Opus Dei há católicos, cristãos de outras confissões e crentes de outras religiões. Também podem ser cooperadores homens e mulheres sem fé ou que não professam nenhuma religião. O que os une é o desejo de participar e colaborar nas várias iniciativas promovidas em benefício da sociedade, e que estão abertas a todos.

Em cada país é o vigário regional quem nomeia uma pessoa como cooperador ou cooperadora, mediante proposta de um fiel do Opus Dei.