A flagelação de Jesus

Textos de S. Josemaria sobre esta cena do Evangelho


Daí em diante, Jesus começou a explicar aos seus discípulos que era preciso ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos chefes dos sacerdotes e dos doutores da lei, que havia de ser morto, mas ao terceiro dia havia de ressuscitar. (Mt 16, 21) .

Fala Pilatos: Tendes o costume de que vos solte alguém pela Páscoa. Quem havemos de pôr em liberdade? Barrabás - ladrão, preso com outros por homicídio - ou Jesus? (Mt XXVII, 17). - Manda matar este e solta Barrabás, clama o povo incitado pelos seus príncipes (Lc XXIII, 18).

Pilatos fala de novo: Então que hei-de fazer de Jesus, que se chama Cristo? (Mt XXVII, 22). - Crucifige eum - Crucifica-O! (Mc XV, 14). Pilatos diz-lhes, pela terceira vez

Mas que mal fez Ele? Não encontro n´Ele causa alguma de morte ( Lc XXIII, 22).

Aumentava o clamor da multidão: Crucifica-O, crucifica-O!

E Pilatos, desejando contentar o povo, solta-lhes Barrabás e manda açoitar Jesus.

Atado à coluna. Cheio de chagas.

Ouvem-se os golpes dos azorragues na Sua carne rasgada, na Sua carne sem mancha, que padece pela tua carne pecadora, Mais golpes. Mais sanha. Mais ainda... É o cúmulo da crueldade humana.

Por fim, rendidos, lá desprendem Jesus. - E o corpo de Cristo rende-Se também à dor e cai, como um verme, truncado e meio morto.

Tu e eu não podemos falar. - Não há necessidade de palavras. - Olha para Ele, olha para Ele... devagar.

Depois... serás capaz de ter medo à expiação?

2.º Mistério: A flagelação do Senhor Santo Rosário


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