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Consagração ao Espírito Santo

Publicamos o texto completo desta consagração, que São Josemaria fez no dia de Pentecostes de 1971 e que, desde então, é renovada todos os anos nos centros do Opus Dei. Nela, a Obra confia ao Paráclito a inteligência, a vontade, o coração, e pede os seus sete dons para que cada um possa viver como filho de Deus. Aqui você também encontrará uma contextualização histórica e recursos para meditação.

Opus Dei

Oração pelas famílias das pessoas do Opus Dei

Desde 1951, no Opus Dei pede-se com especial intensidade à Sagrada Família de Nazaré, no domingo depois do Natal, pelas famílias dos fiéis da Obra.

Em Loreto sinto-me especialmente devedor de Nossa Senhora

No dia em que a Igreja celebra a festa da Assunção de Nossa Senhora, recordamos a viagem que o fundador do Opus Dei fez a Loreto (Itália) em 15 de Agosto de 1951.

Solenidade de Cristo Rei

“O que responderíamos, se Ele perguntasse: tú, como me deixas reinar em ti?”, pergunta são Josemaria com ocasião desta solenidade. Oferecemos recursos para meditar sobre Jesus Cristo como Rei do Universo.

Cor Mariae dulcissimum, iter para tutum!

“O Fundador do Opus Dei”, biografia escrita por Andrés Vázquez de Prada

Opus Dei

O “dulcíssimo preceito”

Jesus Cristo quis nascer e crescer no seio de uma família. Este fato tem várias consequências para qualquer cristão, e também para os fiéis do Opus Dei. São Josemaria chamava o quarto mandamento de “dulcíssimo preceito”, porque o seu cumprimento é facilitado pelo carinho de uma família.

Vida Cristã

Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

Na festa de Cristo Rei do ano 1952, são Josemaria decidiu consagrar o Opus Dei, com os seus membros e apostolados, ao Sagrado Coração de Jesus. Este relato, ilustra as circunstâncias históricas da consagração.

Opus Dei

A Consagração do Opus Dei ao Coração Dulcíssimo de Maria

Roma, 1951. São Josemaria sente que se aproxima uma grave contradição para o Opus Dei e procura o amparo de Nossa Senhora, em Loreto. “Quem reza nunca volta de mãos vazias” – oferecemos um relato sobre este episódio da história do Opus Dei.

11. Alegrias, dores, esperanças

“Sabeis por que é que a Obra se desenvolveu tanto? Porque fizeram com ela como com um saco de trigo: bateram-lhe, maltrataram-na, mas a semente é tão pequena que não se rompeu; pelo contrário, espalhou-se aos quatro ventos...”