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Tema 8. O domínio sobre a criação. O trabalho. A ecologia

Deus concede ao homem a autoridade sobre o mundo e manda que a exerça. A proteção do meio ambiente é uma obrigação moral que diz respeito a cada pessoa e a toda a humanidade. A ecologia é uma das áreas em que o diálogo dos cristãos com os fiéis de outras religiões é especialmente importante para estabelecer uma colaboração.

Tema 25. A vida cristã: a lei e a consciência

A lei eterna, a lei natural, a Nova Lei ou Lei de Cristo, as leis humanas políticas e eclesiásticas são leis morais em sentidos muito diferentes, embora que todas elas tenham algo em comum. A consciência formula “a obrigação moral à luz da lei natural”, é “a norma próxima da moralidade pessoal”.

Tema 12. A Encarnação

Jesus é o Filho Único de Deus que se tornou homem para nossa salvação. Ele é perfeito Deus e perfeito homem: assumiu nossa condição material e corpórea, sujeita a muitas necessidades, para nos salvar dos nossos pecados. Santa Maria é verdadeiramente a Mãe de Deus, porque aquele que ela concebeu como homem, pelo poder do Espírito Santo, não é outro senão o Filho eterno do Pai.

Tema 18. A Doutrina Social da Igreja

A boa notícia da salvação exige a presença da Igreja no mundo. O Evangelho constitui, de fato, um anúncio da transformação do mundo segundo o desígnio de Deus. A doutrina social da Igreja faz parte da teologia moral social, que deriva de uma visão cristã do homem e da vida política. A moral social da Igreja ensina que há uma primazia dos bens espirituais e morais sobre os bens materiais.

Tema 9. O ser humano criado por Deus como homem e mulher

O ser humano é uma pessoa porque é humano. A igualdade das pessoas deve se expressar no respeito a cada um e aos grupos. A discriminação, o racismo ou a xenofobia são injustos. O casamento é “conjugalidade”, supõe um vínculo de “posse mútua”. A Igreja exige acolher com respeito, compaixão e delicadeza as pessoas que apresentam tendências homossexuais.

Tema 22. A Eucaristia (II)

A Santa Missa torna presente no hoje da celebração litúrgica da Igreja o único sacrifício de nossa redenção. É verdadeiro e próprio sacrifício por sua relação direta – de identidade sacramental – com o sacrifício único, perfeito e definitivo da Cruz. Os fiéis podem e devem participar na oferenda do sacrifício eucarístico. O desejo de receber a Santa Comunhão deveria estar sempre vivo nos cristãos: o que o alimento produz no corpo para o bem da vida física, a Eucaristia produz na alma.

Tema 27. A ação do Espirito Santo: a graça, as virtudes teologais e os mandamentos

A vida cristã é a vida do homem como filho de Deus em Cristo por meio do Espirito Santo. A ação do Espirito Santo na alma do cristão, além de dar a graça santificante e as virtudes teologais, comunica inspirações e graças atuais, e tem uma manifestação especifica no que a Igreja chama de dons do Espirito Santo. O decálogo contém um conjunto de deveres graves, mas é também e principalmente uma instrução, um ensinamento sobre o modo de viver.

Tema 26. O sujeito moral. A moralidade dos atos humanos

Apenas ações voluntárias estão sujeitas a uma avaliação moral propriamente dita. Uma parte fundamental da formação e da vida cristã é a educação do complexo mundo dos sentimentos. O meio de ordenar as paixões é a aquisição de hábitos morais chamados virtudes. O objeto, a intenção e as circunstâncias são as “'fontes' ou elementos constituintes da moralidade dos atos humanos”. O ato moralmente bom pressupõe ao mesmo tempo a bondade do objeto, o fim e as circunstâncias.

Tema 6. O ser humano, imagem de Deus

O homem é a única criatura com capacidade de conhecer e amar, que vai além do material e finito. Se Deus nos criou com espírito, é para que O conheçamos e amemos: a criação do homem à imagem de Deus implica a possibilidade de uma relação de comunicação mútua. O ser humano, sendo imagem de Deus e participando d’Ele, que é amor, é um ser capaz de amor.

Tema 5. A Providência de Deus

A pergunta sobre a possibilidade e a eficácia das intervenções divinas em nosso mundo é legítima. A aceitação cotidiana da providência é um ato de esperança teologal, que não exclui o exercício responsável da liberdade, que faz parte do plano de Deus. A providência leva o cristão a uma atitude de confiança filial em Deus em todas as circunstâncias.