Tema 3. O desenvolvimento da Revelação
Deus se revelou pouco a pouco ao homem e culminou sua revelação com a Encarnação. Cristo constituiu a Igreja, que mantém a sua memória viva e o apresenta como o que, tendo vivido neste mundo, ressuscitou e permanece entre nós para sempre. E realiza esta missão custodiando a palavra de Deus, recolhida nas Sagradas Escrituras, transmitindo a Tradição e ensinando, iluminada pelo Espírito Santo, como viver cristãmente em cada época (Magistério).
Tema 2. O porquê da Revelação
No homem existe um desejo natural de alcançar um conhecimento pleno de Deus, que não é capaz de atingir sem a ajuda de Deus. Deus se revelou como um ser pessoal e trino, através da “história da salvação”, recolhida na Bíblia. Com essa Revelação, Deus quer oferecer aos homens a possibilidade de viver em comunhão com Ele, para que possam participar dos seus bens e da sua vida, e assim chegar à felicidade.
Tema 28. Primeiro e segundo mandamentos
O primeiro mandamento do Decálogo tem uma importância existencial: é o único fundamento possível para configurar uma vida humana bem-sucedida. A razão mais alta da dignidade humana consiste na vocação do homem à comunhão com Deus. O amor a Deus deve compreender o amor às pessoas a quem Deus ama. O segundo mandamento proíbe todo uso inconveniente do nome de Deus e, em particular, a blasfêmia.
Tema 27. A ação do Espirito Santo: a graça, as virtudes teologais e os mandamentos
A vida cristã é a vida do homem como filho de Deus em Cristo por meio do Espirito Santo. A ação do Espirito Santo na alma do cristão, além de dar a graça santificante e as virtudes teologais, comunica inspirações e graças atuais, e tem uma manifestação especifica no que a Igreja chama de dons do Espirito Santo. O decálogo contém um conjunto de deveres graves, mas é também e principalmente uma instrução, um ensinamento sobre o modo de viver.
Tema 1. O anseio de Deus
No fundo do espírito humano encontramos uma sede de felicidade que se dirige à esperança de um lar, de uma pátria definitiva. Somos terrenos, mas aspiramos ao eterno, desejamos a Deus. Um Deus que podemos conhecer, com certeza, como sendo a luz e origem do universo e como sumo bem, através do mundo e da pessoa humana.
Tema 24: Os sacramentos do Matrimônio e da Ordem
O matrimônio é uma sábia instituição do Criador para realizar na humanidade seu desígnio do amor. Nasce do consentimento pessoal e irrevogável dos esposos. Suas propriedades essenciais são a unidade e a indissolubilidade. Mediante o sacramento da ordem confere-se uma participação no sacerdócio de Cristo segundo a modalidade transmitida pela sucessão apostólica. Os sacramentos do matrimônio e da ordem conferem precisamente ao cristão uma vocação e missão específica na Igreja (cf. Catecismo, 1534).
Tema 32: O sexto mandamento
A sexualidade afeta o íntimo da pessoa humana. A verdadeira educação para a castidade não se limita a informar sobre os aspectos biológicos, mas ajuda a refletir sobre os valores pessoais e morais que entram em jogo nas relações afetivas com as outras pessoas. Os pecados contra o sexto mandamento são um sucedâneo que tenta preencher o vazio de verdadeiro amor a que o coração aspira.
Tema 13. Paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo
Jesus aceitou livremente os sofrimentos físicos e morais impostos pela injustiça dos pecadores. A cruz de Cristo é, antes de tudo, a manifestação do amor generoso da Trindade para com os homens, de um amor que nos salva. O mistério da Cruz, presente nos sacramentos, conduz-nos a uma vida nova. Por meio da ressurreição de Jesus, Deus inaugurou uma nova vida, a vida do mundo futuro, e a colocou à disposição dos homens.
Tema 31. O quinto mandamento
Ninguém, em nenhuma circunstância, pode atribuir a si o direito de matar de modo direto um ser humano inocente. O quinto mandamento proíbe também agredir, ferir ou provocar um dano injusto a si mesmo ou ao próximo no corpo, pessoalmente ou através de outras pessoas; assim como ofender com palavras injuriosas ou desejar-lhe o mal. Com relação ao aborto e à eutanásia é preciso lembrar que o respeito à vida deve ser reconhecido como um limite que nenhuma atividade individual ou do Estado pode ultrapassar.
Tema 17. A Igreja e o mundo
A Igreja é inseparavelmente humana e divina. Ela vive e age no mundo, porém seu fim e sua força não estão na terra, mas no Céu. A Igreja busca a salvação da humanidade, mas também se preocupa com os assuntos temporais. Cada fiel cristão participa da missão da Igreja segundo sua condição e vocação, e os dons recebidos. Os leigos são chamados a santificar o mundo a partir de dentro. A Igreja não pode e não deve substituir o Estado, mas não pode e não deve ficar à margem da luta pela justiça.










