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Abi, Austrália: «A minha vida era cheia de coisas, mas eu não estava completamente feliz»

Abi cresceu em Perth, Austrália Ocidental. Lá, estudou Patologia e Medicina Laboratorial, e também desenvolveu uma série de hobbies que, no entanto, não a satisfaziam totalmente: “Eu tinha tempo, tinha dinheiro, tinha oportunidades. Mas senti que estava a desperdiçar o meu tempo... bem, não o meu tempo, a minha vida”.

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Opus Dei: uma “grande catequese” para qualquer idade e situação

Sobre os jovens de São Rafael, as atividades de São Gabriel, os cooperadores e amigos: este artigo descreve como o acompanhamento espiritual e a formação cristã se adaptam a cada etapa da vida, fomentando a amizade, a santificação do trabalho e o serviço ao próximo no mundo.

Onde podes amar mais?

Javi Ballester fala sobre a doença mental do seu pai, sobre como a família aprendeu a aceitá-la e a apoiá-lo no seu sofrimento, e sobre como isso o ajudou a encontrar a sua própria vocação.

Fernando: «Que me ensinaram os meus onze anos no Opus Dei?»

Fernando fez parte do Opus Dei durante onze anos. Hoje, após uma saída difícil e um caminho de regresso, reflete sobre o impacto desses anos e sobre como uma amizade autêntica pode mover montanhas.

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Ale, Bolívia: «Pensei nesses momentos em que tinha sido feliz, e recordei os meus anos no Opus Dei»

Ale é boliviana, mãe de dois filhos, psicoterapeuta e médica. Dedicou grande parte da sua vida ao serviço social. Inspirada pelos ensinamentos de São Josemaria, compreendeu que a pobreza não é só material, mas também a falta de amor e de Deus. Juntamente com o seu marido decidiu dedicar-se à reabilitação social. Quando este morreu num acidente, Ale apercebeu-se de que devia continuar, apoiada na sua fé.

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Bek, Austrália: «Não creio que alguém possa afirmar ter dominado completamente a arte de amar»

Rebekah, mais conhecida como Bek, é de Wollongong, Austrália. Bek tem muitos hobbies: gosta de velejar, pintar, ler, música e cozinhar. A sua paixão pela culinária tornou-se a sua área de desenvolvimento profissional. O propósito do seu trabalho é fazer com que as pessoas se sintam amadas, o que requer aprendizagem contínua: «Não creio que alguém possa dizer que chegou ao topo da aprendizagem de como amar as pessoas».

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Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»

Coral sonhava com a Gastronomia, mas o seu caminho levou-a a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a sua fé, encontrou o seu verdadeiro propósito.

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Kele, Argentina: «É um presente de Deus aproveitar o que se escolhe»

Kele estudou Técnica Auxiliar de Gastronomia e Nutrição. Ao conhecer o Opus Dei, afirma, «foi tudo uma grande descoberta, porque não conhecia nada e não sabia que podia naturalmente meter Deus nas minhas coisas», inclusivamente «nas saídas que fazia com as minhas amigas».

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Merce, Argentina: «Creio que a fidelidade é felicidade»

Merce López, agregada, encontrou, na gastronomia, a sua profissão, mas na vocação, o seu propósito. Por meio da vida quotidiana, da fé e do trabalho em equipa, descobriu que o seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.

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Carol, Brasil: «A Obra tornou-se uma extensão da minha família»

Caroline, de 37 anos e com origens em Osasco, Brasil, provém de uma família em que o pai é cabeleireiro e a mãe, professora de matemática. Estudou hotelaria e realizou um curso de especialização no setor de serviços. A sua vocação para a Obra como numerária auxiliar é definida como «uma mãe dentro do Opus Dei», destacando que «nós sabemos cuidar, como qualquer mãe faria, e em todos os aspetos». Isto «também tem impacto espiritualmente, não só materialmente».

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