Na capelania de um centro prisional
Há três anos que François faz parte de uma equipa de seis pessoas a trabalhar numa prisão, onde se encontram detidas cerca de 650 pessoas (homens), «condenadas a penas superiores a dois anos, com as melhores perspetivas de reintegração social».
“Todos merecemos uma segunda oportunidade”
Todos merecemos segundas oportunidades. Andrea e Eduardo, um casal argentino que há 15 anos dirige um programa de acompanhamento académico e laboral para mais de 30 jovens reclusos, estão certos disso. “Entram com um número do processo e saem com um diploma e um ofício aprendido”, explica Andrea, que confessa que esta iniciativa “nasceu sob os ensinamentos de São Josemaria”.
“Vão voltar?”
“O meu marido e eu não pensávamos que iríamos ter o melhor Natal das nossas vidas”, diz Pilar Caranti, mãe de seis filhos de Houston, Texas, que regularmente visita uma prisão de alta segurança com o marido.
O Padre Francesco, pároco que acolhe os ex-reclusos
O Pe. Francesco Pirrera, pároco de Valderice e capelão da prisão de Trapani (Itália), abriu as portas da sua casa aos jovens que, após o período de detenção, saem da prisão e não têm para onde ir. Nesta entrevista em vídeo, com legendas em português, conta a sua história.
Basta começar (11): Dar assistência aos presos
Neste último vídeo da série “Basta começar. Maneiras de ajudar os outros” alguns reclusos colombianos falam das necessidades daqueles que se encontram nas prisões e sobre o que representa para eles receber uma visita ou alguma ajuda. Dão o seu testemunho também pessoas que realizam atividades de voluntariado em centros penitenciários. Por último, Nicola e Alik, da Rússia, descrevem uma iniciativa que procura diminuir a sensação de solidão entre os encarcerados.
"Estava na prisão, e foste ver-me"
Desde 2002, a Universidade de Strathmore, uma obra corporativa do Opus Dei no Quénia, trabalha com a prisão Naivasha. Alunos, funcionários e professores de Strathmore visitaram a prisão para doar materiais de aprendizagem e interagir com os prisioneiros. O Centro de Serviços à Comunidade de Strathmore também possibilita que os presos participem de cursos de contabilidade.
"Quando entrei na cadeia sentia-me um morto-vivo"
“Quando entrei na cadeia sentia-me um morto-vivo. O rugby devolveu-me a vontade de ser alguém”. Santiago Valenza descobriu que a sua vida podia dar uma reviravolta graças a "Cambio de Paso", uma ONG na Argentina que procura a reinserção social de presos através do rugby.







