A alegria que não se pode fingir
Será que uma rapariga de 17 anos, que morreu há mais de sessenta anos, pode ensinar-nos algo sobre como viver? A história de Montse Grases leva-nos a pensar que sim.
“Posso rezar por eles com o meu trabalho”
Mary tem uma agenda preenchida numa cidade movimentada, mas encontra alegria e sentido na sua rotina diária. Como numerária do Opus Dei, Mary esforça-se por viver a sua vocação à santidade no mundo do trabalho. Nesta entrevista, Mary descreve como a sua fé, os ensinamentos de São Josemaria e o espírito do Opus Dei a ajudam no seu trabalho enquanto designer centrada no ser humano.
Livro ilustrado: Beata Guadalupe, da química ao Céu
A 18 de maio celebra-se a sua memória litúrgica. Nasceu em Madrid em 1916 e faleceu em Pamplona em 16 de julho de 1975, com fama de santidade. Foi a primeira pessoa leiga do Opus Dei a ser beatificada. Uma personalidade livre, moderna e surpreendentemente próxima, que este livro retrata através da sua história, da sua vocação e da sua paixão pela química.
De Chiclayo aos Camarões: o caminho de Leão XIV e de Patrícia
Saiu de Chiclayo para estudar e não voltou à sua pátria: a vida levou-a até aos Camarões, onde há 21 anos faz o que tantos fazem no seu próprio país: santificar o seu trabalho e difundir a mensagem de São Josemaria. Patrícia conta-nos como viveu a recente viagem apostólica de Leão XIV a um país jovem onde a Igreja está presente e viva.
Multimédia sobre Montse Grases
Montse Grases nasceu a 10 de julho de 1941, em Barcelona. Morreu muito nova, com pouco menos de 18 anos, com alguns sonhos por cumprir e muitas coisas ainda por fazer; mas feliz por ter vivido uma vida plena, próxima de Deus. Em 2016, o Papa Francisco declarou-a venerável.
Andyara, Brasil: «Aprendi a crescer em cada desafio»
Andyara compartilha a sua história de vida, que é inspiradora: desde a sua infância em Campinas, Brasil, até à sua experiência no Líbano, passando pelos desafios da doença e da guerra. Acompanha-nos, enquanto nos conta como o seu amor por la literatura, como vive a sua fé no Opus Dei e a sua valentia perante a adversidade a levaram a uma vida cheia de aventuras, lições e profundo crescimento.
Sofía, Guatemala: «Nas decisões importantes, senti-me acompanhada e livre»
Sofía Villalba, uma jovem guatemalteca de 26 anos, partilha a sua experiência de discernimento vocacional com honestidade e gratidão. Desde muito nova, sentiu o desejo de se entregar a Deus e, após um período de procura e reflexão, pediu a admissão como numerária do Opus Dei, no segundo ano da Faculdade. Apesar da vontade e do esforço sincero para viver essa vocação, com o tempo reconheceu que esse não era o seu caminho.
As minhas duas famílias únicas!
Angela Makolo, professora universitária e numerária do Opus Dei, partilha a forma como a sua vida foi moldada e enriquecida por duas famílias únicas: a sua família biológica unida e a sua família do Opus Dei, continuando ambas a inspirar a sua jornada de fé, serviço e mentoria.
Montse: com a força da juventude
Montse Grases foi uma rapariga que captou, em plena juventude, o chamamento de Deus para O servir na vida quotidiana. Transmitiu aos seus amigos e familiares a paz da proximidade com Deus, manifestada de forma exemplar na sequência da grave doença que lhe causou a morte.
Laura, Valência: «Queria que o meu trabalho ajudasse as pessoas a serem melhores»
Laura tem 31 anos e vive em Valência. Em pequena, aprendeu a rezar e isso marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, âmbito em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.










