“Vale a pena!” (2): Bendito aquele que confia no Senhor
A Sagrada Escritura não nos dá uma resposta teórica sobre a fidelidade, mas indica-nos quem é fiel.
“Vale a pena!” (1): Uma força que conquista o tempo
A fidelidade é a virtude que surge no âmbito das relações entre pessoas – e por isso também com Deus – quando uma delas confia no amor da outra.
Como num filme: “O Meu Filho amado”
Com o Seu batismo no Jordão, Jesus vai ao encontro de todos os homens e abre-lhes o caminho para o Pai. No Seu primeiro dia de ministério, o Senhor revela o estilo com que nos vem redimir: tomando os nossos pecados e compartilhando o amor de Deus por cada um.
Muito humanos, muito divinos (14): Para dar luz, palavras verdadeiras
Jesus e os primeiros discípulos demonstraram um grande amor à verdade, com a segurança de quem transmite uma notícia que enche a vida de alegria.
Muito humanos, muito divinos (13): Com todo o coração
A virtude da castidade tem que ver com a nossa capacidade de compreender, aspirar e gozar com aquilo que enche o coração humano; permite-nos descobrir Deus em tudo.
Como num filme: “Fazer do mundo um lar”
A parábola do bom samaritano. O Senhor quis dar resposta à pergunta «quem é o meu próximo?» com uma parábola que tem três protagonistas: um estalajadeiro, um samaritano e um judeu. Uma história que convida a transformar o hotel deste mundo num verdadeiro lar.
Uma porta aberta ao mistério: o Símbolo Atanasiano
O Símbolo Atanasiano – também conhecido pelas suas primeiras palavras “Quicumque vult” – é um resumo de verdades da fé sobre a Santíssima Trindade e a Encarnação. S. Josemaria costumava rezar e meditar este texto no terceiro domingo de cada mês como devoção ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.
Uma fidelidade que se renova
A festa de S. José coloca diante dos nossos olhos a beleza de uma vida fiel. José confiava em Deus: por isso pôde ser o seu homem de confiança na terra para cuidar de Maria e de Jesus e é, a partir do Céu, um pai bom que cuida da nossa fidelidade.
Muito humanos, muito divinos (12): O que verdadeiramente conta
O desafio de ser pobre de espírito vivendo no meio do mundo.
Muito humanos, muito divinos (11): Quando o mundo nos fala
A temperança no desejo de conhecer permite-nos alcançar o coração da realidade e ser almas contemplativas no meio do mundo.










