Muito humanos, muito divinos (19): Para dar o melhor de cada um
As virtudes dão brilho à nossa personalidade e tornam-nos flexíveis para descobrir o bem nas diferentes situações quotidianas.
Como num filme: “Entrar na Vida”
O encontro de Jesus com o jovem rico. No Evangelho têm lugar acontecimentos que desconcertam. Aparecem pessoas com histórias que não são absolutamente perfeitas, mas que acabam com um travo de amargura. Um deles é o jovem rico. No entanto, é precisamente através da tristeza do relato que Deus consegue oferecer motivos para a esperança.
Muito humanos, muito divinos (18): Liberdade interior, ou a alegria de seres quem és
Encontrar o seu centro no amor de Deus é tudo o que a nossa liberdade precisa para nos tornarmos pessoas únicas, felizes, que não se trocariam por ninguém.
Como num filme: “Abraçar a condição de filhos”
A parábola do filho pródigo. Jesus explica a força do amor divino usando uma imagem com um início surpreendente: dois filhos que desprezam o pai. Um, afastando-se dele e quebrando todos os vínculos de família; o outro, vivendo junto dele, mas com o coração na recompensa. Só quando começarem a redescobrir a sua verdade mais íntima, ficarão dispostos a acolher a felicidade que procuram.
Pedro ao leme, Deus na barca: união com o Papa
O testemunho de S. Josemaria e dos santos sobre o amor ao Papa e a confiança em Deus.
Muito humanos, muito divinos (16): A obediência, abertura do coração
Permanecer aberto à voz de Deus dilata o nosso coração; permite-nos estar, como Jesus, nas coisas do nosso Pai.
Como num filme: “Retrospetiva de uma vida”
Nos últimos momentos da vida de São José, o santo patriarca recorda as aventuras que enfrentou de mãos dadas com Maria e Jesus.
Muito humanos, muito divinos (15): Simplicidade, para ver bem o caminho
Saber-nos olhados por Deus e viver no presente: duas atitudes para fazer crescer na nossa vida a simplicidade.
Como num filme: “Uma viagem à vontade do Pai”
Mergulhamos na viagem da Sagrada Família a Jerusalém e nos dias em que Jesus ficou sozinho na Cidade Santa.
Como num filme: “Viver de fé”
Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus convida os apóstolos a não viver segundo os seus próprios cálculos humanos, mas confiando nos dons divinos.










