Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»
Coral sonhava com a Gastronomia, mas o seu caminho levou-a a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a sua fé, encontrou o seu verdadeiro propósito.
Merce, Argentina: «Creio que a fidelidade é felicidade»
Merce López, agregada, encontrou, na gastronomia, a sua profissão, mas na vocação, o seu propósito. Por meio da vida quotidiana, da fé e do trabalho em equipa, descobriu que o seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.
Lorène entregou-se a Deus no meio do mundo
Aos 32 anos, Lorène é fisioterapeuta, especialista em micronutrição, empresária… e agregada do Opus Dei. Uma vida preenchida, com projetos profissionais ambiciosos, amigos, desporto, uma família próxima. Nada de extraordinário à primeira vista – exceto uma escolha radical: amar Deus em celibato apostólico, no meio do mundo. Testemunho de uma vocação muitas vezes pouco conhecida.
Paola: «O meu chefe é Deus»
Após vinte anos a trabalhar como arquiteta em obras, Paola ingressou no mundo do ensino de história da arte e desenho técnico. Neste testemunho, fala-nos sobre a sua vocação, o seu trabalho e as suas paixões.
Mª José de los Ángeles, Espanha: «Aprendi a encontrar sentido e gratidão em cada decisão que tomei»
Mª José foi agregada do Opus Dei durante 20 anos e há cerca de cinco deixou de fazer parte da Obra. “Embora tenha sido uma decisão muito dolorosa, estive muito acompanhada e, claro, fui muito livre. Que bonito é pensar que cada vocação tem uma missão mais transcendente que o relógio!”, afirma.
Jillian, Singapura: «Mudei a forma de ver as coisas»
Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou a sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.
Miriam, Brasil: «Deus, tal como o GPS, agora recalcula o teu caminho»
Miriam, do Brasil, tem 34 anos e é médica ginecologista e obstetra. Casou e tem um filho de meses. Durante algum tempo, foi agregada do Opus Dei, até que viu que o seu caminho era outro, após um período de reflexão em que sempre se sentiu acompanhada e compreendida.
Teia: «A conexão com a natureza é uma necessidade para todos»
Entre campos, frutos, maquinaria pesada e agricultores decorre a vida e o trabalho profissional de Teia, uma agregada do Opus Dei que encontra Deus no meio desta labuta e que encara o futuro dos trabalhadores da terra com otimismo, apesar dos desafios que enfrentam.
Formação integral numa fonte de empreendedoras
Flor é da Guatemala e sempre teve uma preocupação social na sua vida. Aos 82 anos, continua a colaborar com Junkabal, centro de formação e capacitação para mulheres, que percorreu um longo caminho até chegar ao que é hoje: uma oportunidade de prosperar para muitas famílias.
Dani, Bolívia: «Quem não tem exigências na vida?»
Dani define-se como uma pessoa muito competitiva, que sempre aspirou a subir na vida. Agora, continua apontando bem alto, mas com outra perspetiva: “O Opus Dei significou uma mudança total na minha vida, porque me deu outra visão daquilo para que estamos aqui no mundo”.










