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“Oxalá te não falte a simplicidade”

Repara: os apóstolos, com todas as suas misérias patentes e inegáveis, eram sinceros, simples... transparentes. Tu também tens misérias patentes e inegáveis. – Oxalá te não falte a simplicidade. (Caminho, 932)

“Aqui estou, porque me chamaste”

Chegou para nós um dia de salvação, de eternidade. Uma vez mais se ouvem os assobios do Pastor Divino, as suas palavras carinhosas: "Vocavi te nomine tuo". – Chamei-te pelo teu nome. Como a nossa mãe, Ele convida-nos pelo nome. Mais: pelo apelativo carinhoso, familiar. Lá, na intimidade da alma, chama, e é preciso responder: "Ecce ego, quia vocasti me". Aqui estou, porque me chamaste; decidido a que desta vez não passe o tempo como a água sobre os seixos rolados, sem deixar rasto. (Forja, 7)

“Temos de nos gastar diariamente com ele”

Que contente se deve morrer quando se viveram heroicamente todos os minutos da vida! Posso-to garantir, porque presenciei a alegria daqueles que, com serena impaciência, durante muitos anos, se prepararam para esse encontro. (Sulco, 893)

“Não me soltes, não me deixes”

Recordaremos a Jesus que somos crianças. E as crianças, as crianças pequenitas e simples, muito sofrem para subir um degrau! Aparentemente, estão ali a perder tempo. Por fim, sobem. Agora, outro degrau. Com as mãos e os pés, e com o impulso do corpo todo, conseguem um novo triunfo: outro degrau. E voltam a começar. Que esforços! Já faltam poucos..., mas, então, uma escorregadela... e ei-lo!... por aí abaixo. Toda dorida, num mar de lágrimas, a pobre criança começa, recomeça a subida. – Assim acontece con...

“O teu trabalho deve ser oração”

Antes de começar a trabalhar, põe sobre a tua mesa, ou junto dos utensílios do teu trabalho, um crucifixo. De vez em quando, lança-Lhe um olhar... Quando a fadiga chegar, fugir-te-ão os olhos para Jesus, e encontrarás nova força para prosseguir no teu empenho. Porque esse crucifixo é mais do que o retrato de uma pessoa querida – os pais, os filhos, a mulher, a noiva... – ; Ele é tudo: o teu Pai, teu Irmão, teu Amigo, teu Deus e o Amor dos teus amores. (Via Sacra, Estação XI. n. 5)

“Deus não Se cansa das nossas infidelidades”

Ser pequeno. As grandes audácias são sempre das crianças. – Quem pede... a Lua? – Quem não repara nos perigos, ao tratar de conseguir o seu desejo? "Ponde" numa criança "destas" muita graça de Deus, o desejo de fazer a sua Vontade (de Deus), muito amor a Jesus, toda a ciência humana que a sua capacidade lhe permita adquirir..., e tereis retratado o carácter dos apóstolos de hoje, tal como indubitavelmente Deus os quer. (Caminho, 857)

“Em nome de Deus: não desesperes”

São santos os que lutam até ao final da sua vida: os que se sabem levantar sempre depois de cada tropeção, de cada queda, para prosseguir valentemente o caminho com humildade, com amor, com esperança. (Forja, 186)

Devoção a Isidoro nos caminhos-de-ferro da Polónia

Antoni Idkowiak trabalha nos Caminhos de Ferro Polacos, é engenheiro e vive em Siedlce (Polónia). A sua paixão pelos comboios levou-o a conhecer Isidoro Zorzano, fiel do Opus Dei cujo processo de canonização se encontra aberto.

Testemunhos

“Calabaceira Limpa, Calabaceira Bonita” – voluntariado em Cabo Verde

Em Agosto de 2006, 46 jovens universitárias e profissionais portuguesas que participam nas actividades de centros do Opus Dei, passaram quinze dias em Calabaceira, um bairro carenciado nos subúrbios da Cidade da Praia, a capital de Cabo Verde.

Transformar o mundo actual

Martín Rhonheimer (Zurique, 1950), Professor de Ética e Filosofia Política na Pontifícia Universidade de Santa Cruz em Roma, acaba de publicar “Transformação do mundo. A actualidade do Opus Dei”, um livro que aborda, entre outras matérias, as relações entre a verdade e a liberdade.

Do Opus Dei