“Somos cristãos correntes, temos uma vida vulgar”
Deus não te arranca do teu ambiente, não te tira do mundo, nem do teu estado, nem das tuas ambições humanas nobres, nem do teu trabalho profissional... mas, aí, quer-te santo! (Forja, 362)
“Amor verdadeiro é sair de si mesmo”
A alegria cristã não é fisiológica: o seu fundamento é sobrenatural, e está por cima da doença e da contradição. Alegria não é alvoroço de guizos ou de baile popular. A verdadeira alegria é algo mais íntimo: algo que nos faz estar serenos, transbordantes de gozo, mesmo que, às vezes, o rosto permaneça grave. (Forja, 520)
“Quando pensardes que tendes toda a razão...”
Vai à direcção espiritual cada vez com mais humildade; e pontualmente, que também é humildade. Pensa (e não te enganas, porque aí é Deus quem te fala) que és como uma criança pequena – sincera! - a quem vão ensinando a falar, a ler, a conhecer as flores e os pássaros, a viver as alegrias e as dores, a equilibrar-se no chão que pisa. (Sulco, 270)
“Nunca amarás bastante”
Por muito que ames, nunca amarás bastante. O coração humano tem um coeficiente de dilatação enorme. Quando ama, dilata-se num crescendo de carinho que supera todas as barreiras. Se amas o Senhor, não haverá criatura que não encontre lugar no teu coração. (Via Sacra, 8ª Estação, n. 5)
“Deus chama-vos a servi-Lo em e a partir das tarefas civis”
O mundo espera-nos. Sim! Amamos apaixonadamente este mundo, porque Deus assim no-lo ensinou: "sic Deus dilexit mundum...", Deus amou assim o mundo; e porque é o lugar do nosso campo de batalha – uma formosíssima guerra de caridade – para que todos alcancemos a paz que Cristo veio instaurar. (Sulco, 290)
“Há pobres que realmente são ricos. E vice-versa”
Não esqueças: tem mais aquele que precisa de menos. - Não cries necessidades. (Caminho, 630)
“Não há trabalhos de pouca categoria”
No serviço de Deus, não há trabalhos de pouca categoria: todos são de muita importância. – A categoria do trabalho depende do nível espiritual de quem o realiza. (Forja, 618)
“A luta contra a soberba há-de ser constante”
“Grande coisa é saber-se nada diante de Deus, porque é assim mesmo” (Sulco, 260).
A Santa Missa, centro e raiz da vida do cristão
Artigo de Ángel García Ibáñez, Professor de Teologia dos Sacramentos na Universidade Pontifícia da Santa Cruz (Roma), publicado no número 28 da revista Romana.
Encerramento do Ano Sacerdotal
Durante os últimos meses, publicámos textos de Bento XVI, vários editoriais e um conjunto de vídeos sobre o ano sacerdotal. D. Javier Echevarría, prelado do Opus Dei, pronunciou igualmente várias conferências e pediu orações pelos sacerdotes de todo o mundo.


