Número de artigos: 50

Sofía, da Guatemala: "Nas decisões importantes me senti acompanhada e livre"

Sofia Villalba, uma jovem guatemalteca de 26 anos, compartilha sua experiência de discernimento vocacional com sinceridade e gratidão. Desde muito jovem, sentiu o desejo de se entregar a Deus e, após um período de busca e reflexão, pediu admissão como numerária do Opus Dei, no segundo ano de faculdade. Apesar de sua vontade e esforço sincero para viver essa vocação, com o tempo reconheceu que aquele não era o seu caminho.

Minha história

Os Saiz Serrano, uma família em adoção

"Você se parece com Jesus, sabe, filho? Mais do que os outros meninos. Você também tem um pai adotivo”. Com naturalidade e sentido sobrenatural. É assim que o casal Saiz Serrano explica aos filhos que eles são adotados e que Deus decidiu formar sua família de uma forma diferente da planejada por eles.

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Miriam, do México: “A Administração pode contribuir muito para a sociedade”

Miriam descobriu sua vocação no Opus Dei como numerária auxiliar por meio de sua vocação profissional. Hoje, vários anos depois, reflete sobre como ter uma projeção profissional clara é fundamental para servir melhor os outros.

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Gustavo: “Deus me propôs um plano mais original do que o meu”.

Gustavo ia ser notário, mas descobriu — em parte graças à sua vocação para o Opus Dei — que o seu lugar era no mundo da comunicação. Trabalhou com marcas como Warner Music, L'Oreal, Vocento ou Bankinter e com artistas e personalidades como Alejandro Sanz, Chambao, Miguel Bosé... e o Papa Bento XVI. Gustavo foi a pessoa que convenceu o Vaticano a abrir uma conta no Twitter. Ele diz que o dia mais feliz de sua vida foi quando Pontifex lançou seu primeiro tweet.

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Desafiei Deus: “Esta é a sua última oportunidade”

O livro do Gênesis conta que Jacó passou uma noite inteira lutando com Deus. Foi um combate corpo a corpo que terminou com o fêmur de Jacó deslocado… e a bênção de Deus A luta de Alonso foi ainda mais demorada, mas não menos dura e intensa. E, assim como no caso de Jacó, Deus saiu vitorioso. Com isso, os dois saíram ganhando.

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Mercedes e Concha, Espanha: “Sempre tivemos apoio para cuidar dos nossos irmãos”

Mercedes e Concha são irmãs e as duas são numerárias auxiliares. Depois de muitos anos de trabalho na administração de casas do Opus Dei, agora dedicam-se ao cuidado dos seus irmãos, que sofrem de paraplegia espástica, e à realização de atividades de apostolado em locais da costa levantina, como Gandía e Alzira. A seguir, compartilhamos uma conversa entre as duas irmãs.

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Francisco, Chile: “Tudo o que vivi é para mim? Ou para mais alguém?”

Aos 40 anos, Francisco olhou para a própria vida e se perguntou se tudo o que recebeu deveria guardar para si ou entregar aos outros. Esse questionamento o levou a descobrir um caminho de serviço e a certeza de que cada passo dado serviu de preparação para o seguinte.

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Anita, Chile: “a Obra continuou sendo minha família”

Ana María Cordero, Anita, foi numerária auxiliar por muitos anos. Depois de um tempo considerando na oração, percebeu que aquele não era o seu caminho, mas sempre sentiu que as portas estavam abertas para voltar aos meios de formação.

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Jillian, Singapura: “Minha forma de ver as coisas mudou”

Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.

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Carol: “A Obra virou uma extensão da minha família”

Caroline, 37 anos, de Osasco, estudou hotelaria e fez um curso de especialização no setor de serviços. Seu pai é cabeleireiro e sua mãe é professora de matemática. Define a sua vocação para a Obra como numerária auxiliar como “uma mãe dentro do Opus Dei”, destacando que “sabemos cuidar, como qualquer mãe faria, e em todos os aspectos”. Isso “também tem um impacto espiritual, não apenas material”.

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