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Mercedes e Concha, Espanha: “Sempre tivemos apoio para cuidar dos nossos irmãos”

Mercedes e Concha são irmãs e as duas são numerárias auxiliares. Depois de muitos anos de trabalho na administração de casas do Opus Dei, agora dedicam-se ao cuidado dos seus irmãos, que sofrem de paraplegia espástica, e à realização de atividades de apostolado em locais da costa levantina, como Gandía e Alzira. A seguir, compartilhamos uma conversa entre as duas irmãs.

Minha história

Francisco, Chile: “Tudo o que vivi é para mim? Ou para mais alguém?”

Aos 40 anos, Francisco olhou para a própria vida e se perguntou se tudo o que recebeu deveria guardar para si ou entregar aos outros. Esse questionamento o levou a descobrir um caminho de serviço e a certeza de que cada passo dado serviu de preparação para o seguinte.

Minha história

Anita, Chile: “a Obra continuou sendo minha família”

Ana María Cordero, Anita, foi numerária auxiliar por muitos anos. Depois de um tempo considerando na oração, percebeu que aquele não era o seu caminho, mas sempre sentiu que as portas estavam abertas para voltar aos meios de formação.

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Jillian, Singapura: “Minha forma de ver as coisas mudou”

Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.

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Carol: “A Obra virou uma extensão da minha família”

Caroline, 37 anos, de Osasco, estudou hotelaria e fez um curso de especialização no setor de serviços. Seu pai é cabeleireiro e sua mãe é professora de matemática. Define a sua vocação para a Obra como numerária auxiliar como “uma mãe dentro do Opus Dei”, destacando que “sabemos cuidar, como qualquer mãe faria, e em todos os aspectos”. Isso “também tem um impacto espiritual, não apenas material”.

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“Deus tinha certeza, mas eu não”

O padre Luis, sacerdote da Arquidiocese de Caracas e membro da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, conta a história da sua vocação e do seu ministério sacerdotal entre jovens e doentes.

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Coral, Bolívia: “Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei algo mais”

Coral sonhava com a gastronomia, mas seu caminho a levou a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a fé, ela encontrou seu verdadeiro propósito.

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Merce, Argentina: “Acredito que a fidelidade é felicidade”

Merce López, adscrita, encontrou na gastronomia sua profissão, mas na vocação seu propósito. Através da vida cotidiana, da fé e do trabalho em equipe, descobriu que seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.

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Mark, Singapura: “Levei 30 anos para dizer sim a Deus”

Mark conheceu o Opus Dei na década de 1990, mas hesitou em dizer sim a Deus durante décadas, convencido de que não estava pronto. Um retiro finalmente o ajudou a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda as pessoas que Ele chama a crescer em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de investimentos, ele encontra alegria na oração, força no seu trabalho e mais presença com a sua família e com aqueles que o rodeiam.

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Laura, Valência: “Aprendi que escutar o meu coração era o mesmo que escutar Deus”

Laura tem 31 anos e mora em Valência. Aprender a rezar marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, lugar em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.

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