Número de artigos: 48

Merce, Argentina: “Acredito que a fidelidade é felicidade”

Merce López, adscrita, encontrou na gastronomia sua profissão, mas na vocação seu propósito. Através da vida cotidiana, da fé e do trabalho em equipe, descobriu que seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.

Minha história

Mark, Singapura: “Levei 30 anos para dizer sim a Deus”

Mark conheceu o Opus Dei na década de 1990, mas hesitou em dizer sim a Deus durante décadas, convencido de que não estava pronto. Um retiro finalmente o ajudou a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda as pessoas que Ele chama a crescer em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de investimentos, ele encontra alegria na oração, força no seu trabalho e mais presença com a sua família e com aqueles que o rodeiam.

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Laura, Valência: “Aprendi que escutar o meu coração era o mesmo que escutar Deus”

Laura tem 31 anos e mora em Valência. Aprender a rezar marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, lugar em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.

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Andyara: “Aprendi a crescer em cada desafio”

Andyara compartilha sua história de vida: desde sua infância em Campinas, até sua experiência no Líbano, passando pelos desafios da doença e da guerra. Ela nos conta do seu amor pela literatura, como vive sua fé no Opus Dei, como procura ter coragem na adversidade, enfim: uma vida cheia de aventura, aprendizado e profundo crescimento.

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Ilona, Finlândia: “Gosto de pensar em mim como alguém que tem sisu”

“Sisu” é uma palavra finlandesa que significa perseverança, coragem ou determinação. Ilona é um bom exemplo desse conceito: nascida em um país onde os católicos são uma minoria, ela sonha em mudar o mundo por meio de seu trabalho na área acadêmica. “Eu abordo a polarização a partir de uma perspectiva estatística, com dados. Nem tudo é preto e branco”.

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Dani, Bolívia: “Quem não tem exigências na vida?”

Dani se considera uma pessoa muito competitiva, que sempre aspirou a subir na vida. Agora, continua apontando bem alto, mas com outra perspectiva: “O Opus Dei significou uma mudança total na minha vida, porque me deu outra visão daquilo para que estamos aqui no mundo”.

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Bek, Austrália: “Ninguém pode dizer que alcançou o topo do aprendizado de como amar as pessoas”

Rebekah, mais conhecida como Bek, é de Wollongong, na Austrália. Bek tem muitos hobbies: gosta de velejar, pintar, ler, música e cozinhar. Sua paixão pela culinária acabou se tornando sua área de desenvolvimento profissional. O objetivo de seu trabalho é garantir que as pessoas saibam que são amadas, algo que requer aprendizado contínuo: “Acho que ninguém pode dizer que alcançou o ponto máximo no aprendizado de como amar as pessoas”.

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O segredo de um pedreiro

Como ser feliz? O Google apresenta 501.000.000 resultados em 0,84 segundos. Todo mundo quer saber a resposta. Juan trabalha há cinquenta anos como operário da construção, e mora na cidade de Guadalajara, México. Afirma ter encontrado a sua resposta. Este é o seu segredo.

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Renata: “Deus me chama ao mundo, nele encontro a minha vocação”

Renata, biomédica, conta como sua vocação está entrelaçada com seu trabalho em terapia celular avançada, enfrentando o câncer e seguindo o caminho do Opus Dei em sua vida diária. Em sua história, a ciência e a fé convergem como fonte de inspiração e dedicação.

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Laura, Espanha: “Minha mãe me dizia: mas você sabe no que está se metendo?”

A história de Laura Ramió Lluch é a de uma mulher apaixonada por animais, montanhas e pesquisa, que encontrou no Opus Dei um caminho de fé e convicção pessoal, apesar da resistência inicial de sua família.

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