Mar adentro - Memórias de Dom Rafael Llano Cifuentes

A editora Quadrante publicou o livro “Mar adentro – Memórias”, escrito por Dom Rafael Llano Cifuentes, falecido em 28 de novembro de 2017. Dom Rafael vai contando suas lembranças, desde os dias na Espanha em guerra até conhecer o Opus Dei e São Josemaria, a ordenação, a vinda ao Brasil...

O livro é a autobiografia de Dom Rafael Llano Cifuentes, do bispo emérito de Nova Friburgo, que também foi bispo auxiliar da Arquidiocese de Rio de Janeiro entre 1990 e 2004.

«Mar adentro»; Duc in altum! Todos aqueles que tiveram a graça de conhecer D. Rafael Llano Cifuentes (1933-2017) saberão que ele frequentemente evocava essas palavras do Senhor no Evangelho de São Lucas (cf. 5, 4) nas suas homilias e palestras. O que as páginas destas suas memórias vão mostrar é como sua pregação se inspirava na própria experiência. O autor respondeu ao convite de Cristo generosamente e sempre, entregando-se a Ele e, por Ele, aos outros ao longo de toda a vida. Como membro leigo do Opus Dei, como presbítero, como bispo.

Com seu espírito magnânimo e apaixonado, D. Rafael narra aqui a aventura da sua vida «por esses mundos de Deus», como lhe dissera certa vez São Josemaria. Vemos aqui sua família profundamente cristã viver entre México, Espanha e Cuba; vemos a descoberta da sua vocação e sua ida a Roma para um período fundamental ao lado do Fundador do Opus Dei; sua chegada a São Paulo e, mais tarde, ao Rio de Janeiro e à Diocese de Nova Friburgo, «paixão da minha vida». E em tudo, fica patente a sua disponibilidade de sempre caminhar ao passo de Deus, superando fraquezas, falta de meios materiais e outros obstáculos com fidelidade à graça de Deus e bom humor. Fidelidade e bom humor, aliás, que sempre o caracterizaram e que parecem derramar-se de cada uma destas páginas.

Deus me deu muito mais do que deixei: cem por um em amores, sentimentos e afeições; em família, irmãos e irmãs; em alegrias, em frutos apostólicos

Deus me deu muito mais do que deixei: cem por um em amores, sentimentos e afeições; em família, irmãos e irmãs; em alegrias pastorais, em frutos apostólicos e, de modo especial, em um grande carinho por este abençoado país: Deus trocou a minha nacionalidade não apenas no papel do passaporte, mas também, e, principalmente, nas fibras do meu coração: terminei amando o Brasil mais que o país que me viu nascer...

Mais informações sobre o livro no site da editora Quadrante