Número de artigos: 28

Bek, Austrália: «Não creio que alguém possa afirmar ter dominado completamente a arte de amar»

Rebekah, mais conhecida como Bek, é de Wollongong, Austrália. Bek tem muitos hobbies: gosta de velejar, pintar, ler, música e cozinhar. A sua paixão pela culinária tornou-se a sua área de desenvolvimento profissional. O propósito do seu trabalho é fazer com que as pessoas se sintam amadas, o que requer aprendizagem contínua: «Não creio que alguém possa dizer que chegou ao topo da aprendizagem de como amar as pessoas».

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Kele, Argentina: «É um presente de Deus aproveitar o que se escolhe»

Kele estudou Técnica Auxiliar de Gastronomia e Nutrição. Ao conhecer o Opus Dei, afirma, «foi tudo uma grande descoberta, porque não conhecia nada e não sabia que podia naturalmente meter Deus nas minhas coisas», inclusivamente «nas saídas que fazia com as minhas amigas».

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Carol, Brasil: «A Obra tornou-se uma extensão da minha família»

Caroline, de 37 anos e com origens em Osasco, Brasil, provém de uma família em que o pai é cabeleireiro e a mãe, professora de matemática. Estudou hotelaria e realizou um curso de especialização no setor de serviços. A sua vocação para a Obra como numerária auxiliar é definida como «uma mãe dentro do Opus Dei», destacando que «nós sabemos cuidar, como qualquer mãe faria, e em todos os aspetos». Isto «também tem impacto espiritualmente, não só materialmente».

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Mariana, Argentina: «Conheci o Opus Dei por uma pessoa que não continuou na Obra»

Mariana é natural da província de Buenos Aires, mas viveu durante 13 anos em três países europeus: «Conheci muitíssimas pessoas com mentalidades e formas de estar muito diversas – afirma –. Isto permitiu-me aprender sobre outros modos de viver e ampliar a minha perspetiva». A sua própria opção de vida como numerária auxiliar do Opus Dei permitiu-lhe conhecer mais pessoas e dar um lugar no seu coração a muitas mais.

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Heloiza, Brasil: «Encontrei na gastronomia uma forma de servir e de me ligar aos outros»

Heloiza é numerária auxiliar do Opus Dei desde há 34 anos. Nasceu em Lorena, mas depois do assassinato do seu pai num roubo quando tinha 10 anos, a sua mãe decidiu mudar-se para São José dos Campos para estar perto da sua família. A sua vida foi marcada por outros acontecimentos dolorosos, como a doença. Gosta muito de pastelaria e durante a pandemia começou um projeto chamado “By Chef Helô”. Tem uma história de superação.

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Becca: “Encontra o que verdadeiramente te motiva”

Quando tens claro o teu “porquê” no mais fundo de ti, libertas-te das pressões externas, de te comparares com os outros e do medo de não dar conta do recado. Aqui tens o conselho de Becca para encontrar esse “porquê”, a partir da sua experiência como chef profissional.

Testemunhos

Inma, Espanha: «Cada decisão ajudou-me a perceber quem sou e onde está o meu lugar»

Inma vive em Valência e é la segunda de sete irmãos. Foi numerária auxiliar do Opus Dei durante um tempo. Após um período de reflexão e oração, entendeu que o seu lugar não estava aí: “Custou-me muito, porque eu adoro a vocação de numerária auxiliar”.

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Miriam, do México: «A Administração pode contribuir muito para a sociedade»

Miriam descobriu a sua vocação no Opus Dei como numerária auxiliar através da sua vocação profissional. Hoje, vários anos depois, reflete sobre como ter uma projeção profissional clara é uma peça-chave para servir melhor os outros.

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Mercedes e Concha, Espanha: «Tivemos sempre apoio para cuidar dos nossos irmãos»

Mercedes e Concha são irmãs e as duas são numerárias auxiliares. Depois de muitos anos de trabalho na administração de casas do Opus Dei, agora dedicam-se ao cuidado dos seus irmãos, que sofrem de paraplegia espástica, e a levar por diante atividades de apostolado em lugares da costa levantina como Gandía ou Alzira. Partilhamos a seguir uma conversa entre as duas irmãs.

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Luli, Argentina: “A Obra ajudou-me a desenvolver a minha própria personalidade, nunca a esmagá-la“

Luli tem 38 anos é natural de Corrientes, Argentina. Ao longo do seu percurso, cultivou uma profunda relação com as pessoas, desenvolvendo uma paixão por escutar, partilhar e aprender das experiências dos outros. Esta faceta da sua vida, que antes não era muito chamativa, converteu-se num dos aspetos mais enriquecedores da sua vocação para o Opus Dei, como numerária auxiliar.

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