Os Saiz Serrano, uma família em adoção
“És parecido com Jesus, sabes filho? Mais do que os outros meninos. Tens um pai adotivo também”. Com naturalidade e com sentido sobrenatural. É assim que o casal Saiz Serrano explica aos filhos que são adotados, que Deus decidiu formar a sua família de uma forma diferente da que eles tinham planeado.
Amor demais (ou a história desconhecida por trás do videoclip de C. Tangana)
Em 2021, morreu Sergio Larrinaga. Uns dias depois, morreu o pai, Manolo. Seriam dois anónimos – ou quase – se não fosse porque Sergio é o autor da marcha “El amor”, as notas musicais que abrem o superfamoso tema de C. Tangana “Demasiadas mujeres”. Esta é a história de Eloísa, mãe de Sergio, mulher de Manolo. Podíamos ter intitulado esta notícia “Mulher demais”, mas ela não nos teria deixado...
Desafiei Deus: “Esta é a Tua última oportunidade”
Conta o Génesis que Jacob passou uma noite inteira a lutar com Deus. Foi um combate corpo a corpo que terminou com um fémur deslocado… e a bênção de Deus. O combate de Alonso foi ainda mais demorado, mas não menos duro e intenso. E tal como no caso de Jacob, Deus ganhou. E com isso, ganharam os dois.
A espinha transformada em ouro
María estuda Medicina, é alegre, divertida, tem muitos irmãos e muitíssimos mais amigos. A priori uma vida invejável. No entanto, como todos, María também tem o seu calcanhar de Aquiles.
Luli, Argentina: “A Obra ajudou-me a desenvolver a minha própria personalidade, nunca a esmagá-la“
Luli tem 38 anos é natural de Corrientes, Argentina. Ao longo do seu percurso, cultivou uma profunda relação com as pessoas, desenvolvendo uma paixão por escutar, partilhar e aprender das experiências dos outros. Esta faceta da sua vida, que antes não era muito chamativa, converteu-se num dos aspetos mais enriquecedores da sua vocação para o Opus Dei, como numerária auxiliar.
Abi, Austrália: «A minha vida era cheia de coisas, mas eu não estava completamente feliz»
Abi cresceu em Perth, Austrália Ocidental. Lá, estudou Patologia e Medicina Laboratorial, e também desenvolveu uma série de hobbies que, no entanto, não a satisfaziam totalmente: “Eu tinha tempo, tinha dinheiro, tinha oportunidades. Mas senti que estava a desperdiçar o meu tempo... bem, não o meu tempo, a minha vida”.
Gustavo: «Deus propôs-me um plano mais original do que o meu»
Gustavo preparava-se para ser notário, mas descobriu – em parte graças à sua vocação ao Opus Dei – que o seu mundo era o da comunicação. Trabalhou com marcas como Warner Music, L´Oreal, Vocento ou Bankinter e com artistas e personalidades como Alejandro Sanz, Chambao, Miguel Bosé... e o Papa Bento. Gustavo foi a pessoa que convenceu o Vaticano a abrir uma conta no Twitter. Diz que o dia mais feliz da sua vida foi quando Pontifex lançou o seu primeiro twit.
Andyara, Brasil: «Aprendi a crescer em cada desafio»
Andyara compartilha a sua história de vida, que é inspiradora: desde a sua infância em Campinas, Brasil, até à sua experiência no Líbano, passando pelos desafios da doença e da guerra. Acompanha-nos, enquanto nos conta como o seu amor por la literatura, como vive a sua fé no Opus Dei e a sua valentia perante a adversidade a levaram a uma vida cheia de aventuras, lições e profundo crescimento.
Mª Angeles, Espanha: «Olho um pouco para trás e penso que tenho uma vida em cheio»
Mª. Angeles conheceu o Opus Dei por casualidade, quando uma professora do ensino secundário da sua terra lhe falou da oportunidade de viver num Centro de Estudo e Trabalho (CET). Ali aprendeu sobretudo três coisas: “Primeiro, a compatibilizar o estudo e o trabalho, a aproveitar mais o tempo porque em casa… não fazia nenhum. Depois, ajudou-me a perceber o que é a vida cristã vivida com coerência. E a terceira coisa, que condicionou depois a descoberta da minha vocação, foi conhecer o Opus Dei por dentro”.
Mª José de los Ángeles, Espanha: «Aprendi a encontrar sentido e gratidão em cada decisão que tomei»
Mª José foi agregada do Opus Dei durante 20 anos e há cerca de cinco deixou de fazer parte da Obra. “Embora tenha sido uma decisão muito dolorosa, estive muito acompanhada e, claro, fui muito livre. Que bonito é pensar que cada vocação tem uma missão mais transcendente que o relógio!”, afirma.










