Quando o outro deixa de ser interlocutor
A polarização não começa com a discordância, mas sim quando deixamos de ver a outra pessoa como alguém com quem vale a pena falar. Numa época em que é mais fácil “cancelar” do que dialogar, os cristãos são chamados a algo mais difícil e libertador: manter a porta aberta, mesmo que a outra pessoa não pense como eu.
Kele, Argentina: «É um presente de Deus aproveitar o que se escolhe»
Kele estudou Técnica Auxiliar de Gastronomia e Nutrição. Ao conhecer o Opus Dei, afirma, «foi tudo uma grande descoberta, porque não conhecia nada e não sabia que podia naturalmente meter Deus nas minhas coisas», inclusivamente «nas saídas que fazia com as minhas amigas».
Mariana, Argentina: «Conheci o Opus Dei por uma pessoa que não continuou na Obra»
Mariana é natural da província de Buenos Aires, mas viveu durante 13 anos em três países europeus: «Conheci muitíssimas pessoas com mentalidades e formas de estar muito diversas – afirma –. Isto permitiu-me aprender sobre outros modos de viver e ampliar a minha perspetiva». A sua própria opção de vida como numerária auxiliar do Opus Dei permitiu-lhe conhecer mais pessoas e dar um lugar no seu coração a muitas mais.
Raja, Líbano: «Quando a fé não se impõe, o nosso exemplo torna-se mensagem»
Conviver com pessoas de diferentes tradições é o dia a dia no Médio Oriente. Raja Melki, engenheiro, partilha o que a visita do Papa ao seu país lhe confirmou: a melhor evangelização começa por sermos nós próprios, no trabalho e na vida diária.
Pedro Ballester, um amigo dos seus amigos
Pedro Ballester Arenas faleceu em 2018 em Manchester, aos 21 anos, vítima de um osteossarcoma. Teve uma vida normal, que deixou uma marca extraordinária. Em 2024, o Bispo de Manchester recebeu a petição do postulador para abrir a Causa de Canonização. Apresentamos uma entrevista ao padre Jorge Boronat, autor de uma biografia que conta como este rapaz inglês “tinha um amor genuíno às pessoas e por isso atraía”. Também disponibilizamos o acesso ao audiolivro (em espanhol).
A amizade que nasceu num semáforo
Encontravam-se todos os dias no semáforo. Enquanto Nuria ia trabalhar, Joaquín pedia esmola. Com a convivência foram criando uma amizade que mudou os dois: ele conseguiu arranjar trabalho e recuperar a fé e ela descobriu que, por trás das pessoas que pedem esmola na rua, há muitas vezes um grande coração, ferido pelas agruras da vida.
A alegria de ser apóstolo
São Josemaria animava-nos a ser o próprio Cristo que passa ao lado das pessoas, a dar aos outros o mesmo amor de Cristo amigo. Por isso, é lógico que alimentemos na nossa oração este desejo humano e divino de ter sempre novos amigos, porque «Deus serve-se muitas vezes de uma amizade autêntica para realizar a sua obra salvadora», como afirma Mons. Fernando Ocáriz.
Amigos improváveis: Andrew e Tony
“Raramente me senti mais orgulhoso de alguém”. Nesta série de entrevistas, dois amigos/as de diferentes partes do mundo contam como se conheceram, o que valorizam um no outro e como lidam com as diferenças.
Uma amizade para além do tempo: o Beato Álvaro del Portillo e São Josemaria Escrivá
A relação entre Álvaro del Portillo e Josemaria Escrivá foi um vínculo profundo de amizade sobrenatural e humana. Uma amizade forte como uma rocha, que desafiou a passagem do tempo e perdurou para além do tempo. Novo episódio de “Fragmentos de história” a cargo do historiador Federico Requena.










