Fernando: «Que me ensinaram os meus onze anos no Opus Dei?»

«Cabo: fui-me abaixo no meio da rua... mas eu tinha paz»

Jillian, Singapura: «Mudei a forma de ver as coisas»

Miriam, do México: «A Administração pode contribuir muito para a sociedade»

Gustavo: «Deus propôs-me um plano mais original do que o meu»

Sofía, Guatemala: «Nas decisões importantes, senti-me acompanhada e livre»

Francisco, Chile: «Tudo o que vivi é para mim? Ou para mais alguém?»

Laura, Valência: «Queria que o meu trabalho ajudasse as pessoas a serem melhores»

Anita: «a Obra continua a ser a minha família»

Rosaura: «Passámos das energias à verdade de Cristo»

Laura, Barcelona: «Fui numerária 25 anos. Não considero, de maneira nenhuma, que tenham sido anos perdidos»

Marina, Espanha «Quero ser numerária auxiliar com tudo o que faço»

Pedro, Argentina: «Fui numerário e não mudaria nada do meu caminho»

Laura, Girona: «A minha mãe dizia-me: mas sabes em que te estás a meter?»

Abi, Austrália: «A minha vida era cheia de coisas, mas eu não estava completamente feliz»

Pilar, Espanha: «Na Psiquiatria, a nossa radiografia é o olhar»

Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»

Merce, Argentina: «Creio que a fidelidade é felicidade»

Juan, México: O segredo de um pedreiro

Inma, Espanha: «Cada decisão ajudou-me a perceber quem sou e onde está o meu lugar»

Mariana, Argentina: «Conheci o Opus Dei por uma pessoa que não continuou na Obra»

Shiró, Quénia: «Nenhum homem é uma ilha... precisamos uns dos outros»

Heloiza, Brasil: «Encontrei na gastronomia uma forma de servir e de me ligar aos outros»

Mónica, Bolívia: «Cada mudança que a vida traz é uma nova oportunidade para crescer»

Eva, Barcelona: «Descobri que a minha vocação é transformar uma casa numa família»

Ilona, Finlândia: «Gosto de pensar em mim como uma pessoa que tem “sisu”»

Tiago: ignorei Fátima durante 20 anos

Sandra, Espanha: «Tinha vivido 22 anos convencida de que Deus não existia»

Ale, Bolívia: «Pensei nesses momentos em que tinha sido feliz, e recordei os meus anos no Opus Dei»

Luli, Argentina: “A Obra ajudou-me a desenvolver a minha própria personalidade, nunca a esmagá-la“

Mª José de los Ángeles, Espanha: «Aprendi a encontrar sentido e gratidão em cada decisão que tomei»

Carol, Brasil: «A Obra tornou-se uma extensão da minha família»

Lidia, Bolívia: «Pedi para ser da Obra e disseram-me que não»

Bek, Austrália: «Não creio que alguém possa afirmar ter dominado completamente a arte de amar»

Mariana, Argentina: «Seguir a própria consciência é o melhor para uma instituição sadia»

Ana Cecília, Brasil: «Descobri que o meu sonho podia multiplicar-se»

Mª Angeles, Espanha: «Olho um pouco para trás e penso que tenho uma vida em cheio»

Kele, Argentina: «É um presente de Deus aproveitar o que se escolhe»

María José, Espanha: «Para mim, ajudar os outros é devolver o que recebi»

Miriam, Brasil: «Deus, tal como o GPS, agora recalcula o teu caminho»

Dani, Bolívia: «Quem não tem exigências na vida?»

Renata, Brasil: «Deus chama-me para o mundo, e nele encontro a minha vocação»

Mercedes e Concha, Espanha: «Tivemos sempre apoio para cuidar dos nossos irmãos»

Andy, Argentina: «O espírito da Obra levo-o comigo para onde for e em qualquer circunstância»

Andyara, Brasil: «Aprendi a crescer em cada desafio»

Malina, da Malásia: «Ver as minhas amigas comungar foi o início da minha viagem»

Cecilia, do Canadá: «Mais perto da verdade, mais perto de Deus»

A vida de uma pessoa do Opus Dei com paralisia cerebral

Manolo, Espanha: uma vida extraordinária, realizada e feliz

Juan Eusebio, Espanha: «A formação que recebo na Obra é fundamental para a minha vida»

A espinha transformada em ouro

O último desejo do Pe. José, um servidor «essencial»

«A partir deste momento, começo de novo»

Desafiei Deus: “Esta é a Tua última oportunidade”

Pe. Nicanor, Espanha: «Apaixona-me ser sacerdote»

Amor demais (ou a história desconhecida por trás do videoclip de C. Tangana)

Raquel, Espanha: «O Lama disse-me que eu tinha que ir à Missa todos os dias»

Juan e Lourdes contam o seu testimunho de conversão no casamento.

O “choque de culturas” de um casamento imperfeito e feliz

Os Saiz Serrano, uma família em adoção

Anaca, Espanha: «Procuro criar harmonia, como numa sinfonia»

Brenda, Reino Unido: »No fim da vida, vais segurar a minha mão?»

Julia, França: «Não sabia que o realmente provurava era o Amor»

Dora, Lisboa: «Dois filhos gémeos que foram ordenados sacerdotes»

Sidnei, Brasil: «Tudo é para bem, mesmo quando perdi o meu emprego»

Autumio, Brasil: «No Opus Dei aprendi a encontrar Deus nas coisas pequenas»

João Carlos, Brasil: «Descobri que podia encontrar Deus nas minha escavações arqueológicas»

Historia de amor de un matrimonio sin hijos

«Contigo já tenho uma família»: a felicidade de um casal sem filhos

Enrique, Chile: «Esta vocação ou é uma loucura ou é verdade»

Mark Lee, Singapura: «Levei 30 anos para dizer que sim a Deus»