Sobre a personalidade de um “defensor da vida”
Como dialogar com pessoas que parecem desprezar a vida? Como ajudar quem, diante de situações extremas, escolheu uma saída infeliz, porque optou pelo aborto ou pela eutanásia?
Textos dum sermão de Santo Agostinho: 3. Elogio de Maria
Neste sermão, Santo Agostinho fala da Mãe de Deus, apresentando-a antes de mais como colaboradora de Cristo na Redenção.
Trabalhar a confiança (IV): Adolescentes e saídas à noite
Posso sair hoje à noite? Esta é a pergunta que todos os adolescentes fazem aos pais, mais cedo ou mais tarde. É um momento para aprenderem a administrar a sua liberdade. Quarto vídeo da série “Trabalhar a confiança”.
Trabalhar bem, trabalhar por amor (17): Jesus Cristo no cume de todas as atividades humanas
Este artigo explora a perspectiva fascinante da cristianização da sociedade através da santificação do trabalho, tema tão abordado nos escritos de S. Josemaria.
A aventura do casamento (VI): Vale a pena
"Acabar o dia com um abraço": é o conselho que a Sole e o Juampi dão aos que desejam iniciar uma aventura que vale a pena, sem dúvida nenhuma.
Trabalhar bem, trabalhar por amor (8): Trabalhar por amor
Trabalhamos para quê? Só para subsistir? Para levar uma vida sem problemas? Neste artigo explica-se como o trabalho profissional está em relação directa com a felicidade, quando nasce do amor e para ele se orienta.
Trabalhar bem, trabalhar por amor (13): Prestígio profissional
O prestígio de um cristão no próprio trabalho pode ser um meio para atrair muitas pessoas à fé. Publicamos um artigo sobre este valor do trabalho.
Textos dum sermão de Santo Agostinho: 6. Elogio da caridade
Disponibilizamos alguns parágrafos de um sermão de Santo Agostinho sobre a excelência da virtude da caridade, segundo a doutrina do Apóstolo São Paulo.
Trabalhar a confiança (III): Mãe, posso ter um telemóvel?
Quando, com que idade comprar um telemóvel para os filhos? Como podemos ensiná-los a lidar com essa tecnologia? Terceira parte de uma série de vídeos feita para ajudar os pais na educação dos filhos.
Chegar à pessoa na sua integridade: o papel dos afetos (II)
Os atos voluntários contribuem para criar uma “conaturalidade” afetiva com o bem para a qual a vontade se move. Para isso, é fundamental querer o bem verdadeiro e dar tempo ao tempo. Deste modo, somos plenamente realistas e descobrimos o imenso panorama do mundo interior e da realidade.










