Número de artigos: 46

Sofía, Guatemala: «Nas decisões importantes, senti-me acompanhada e livre»

Sofía Villalba, uma jovem guatemalteca de 26 anos, partilha a sua experiência de discernimento vocacional com honestidade e gratidão. Desde muito nova, sentiu o desejo de se entregar a Deus e, após um período de procura e reflexão, pediu a admissão como numerária do Opus Dei, no segundo ano da Faculdade. Apesar da vontade e do esforço sincero para viver essa vocação, com o tempo reconheceu que esse não era o seu caminho.

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Anita: «a Obra continua a ser a minha família»

Ana María Cordero – Anita – foi numerária auxiliar durante muitos anos. Passado um tempo em que rezou muito por isso, percebeu que esse não era o seu caminho, mas “sentindo sempre que tinha as portas abertas para regressar aos meios de formação”.

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Jillian, Singapura: «Mudei a forma de ver as coisas»

Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou a sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.

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Miriam, Brasil: «Deus, tal como o GPS, agora recalcula o teu caminho»

Miriam, do Brasil, tem 34 anos e é médica ginecologista e obstetra. Casou e tem um filho de meses. Durante algum tempo, foi agregada do Opus Dei, até que viu que o seu caminho era outro, após um período de reflexão em que sempre se sentiu acompanhada e compreendida.

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Francisco, Chile: «Tudo o que vivi é para mim? Ou para mais alguém?»

Aos 40 anos, Francisco deu por ele a olhar para a sua vida e perguntou-se se tudo o que tinha recebido devia guardá-lo para si ou entregá-lo aos outros. Esse questionamento levou-o a descobrir um caminho de serviço e a certeza de que cada passo dado lhe serviu de preparação para o seguinte.

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Mark Lee, Singapura: «Levei 30 anos para dizer que sim a Deus»

Mark descobriu o Opus Dei na década de 1990, mas durante décadas hesitou em dizer que sim a Deus, convencido de que não estava pronto. Finalmente, um retiro ajudou-o a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda aqueles que Ele chama a crescerem em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de carteiras, encontra alegria na oração, força no trabalho e maior presença com a sua família e com as pessoas ao seu redor.

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Laura, Valência: «Queria que o meu trabalho ajudasse as pessoas a serem melhores»

Laura tem 31 anos e vive em Valência. Em pequena, aprendeu a rezar e isso marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, âmbito em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.

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Ilona, Finlândia: «Gosto de pensar em mim como uma pessoa que tem “sisu”»

“Sisu” é uma palavra finlandesa que se traduz como perseverança, garra ou determinação. Ilona representa bem este conceito: nascida num país onde os católicos são uma minoria, sonha mudar o mundo através do seu trabalho académico. “Tento combater a polarização com dados, com base na estatística. nem tudo é branco ou preto”, afirma.

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Dani, Bolívia: «Quem não tem exigências na vida?»

Dani define-se como uma pessoa muito competitiva, que sempre aspirou a subir na vida. Agora, continua apontando bem alto, mas com outra perspetiva: “O Opus Dei significou uma mudança total na minha vida, porque me deu outra visão daquilo para que estamos aqui no mundo”.

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Juan, México: O segredo de um pedreiro

Como ser feliz? O Google dá 501.000.000 resultados em 0,84 segundos. Por todos os lados se procura a resposta. Juan trabalha há cinquenta anos como empregado de construção, e vive na cidade de Guadalajara, México. Afirma ter encontrado a sua resposta. Este é o seu segredo.

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