Número de artigos: 33

Heloiza, Brasil: «Encontrei na gastronomia uma forma de servir e de me ligar aos outros»

Heloiza é numerária auxiliar do Opus Dei desde há 34 anos. Nasceu em Lorena, mas depois do assassinato do seu pai num roubo quando tinha 10 anos, a sua mãe decidiu mudar-se para São José dos Campos para estar perto da sua família. A sua vida foi marcada por outros acontecimentos dolorosos, como a doença. Gosta muito de pastelaria e durante a pandemia começou um projeto chamado “By Chef Helô”. Tem uma história de superação.

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Laura, Barcelona: «Fui numerária 25 anos. Não considero, de maneira nenhuma, que tenham sido anos perdidos»

Laura, médica em Barcelona, foi numerária do Opus Dei durante 25 anos. Em 2020, após um processo longo de reflexão, decidiu deixar a Obra. “O balanço é positivo, sem dúvida. Não considero, de maneira nenhuma, que tenham sido anos perdidos”, afirma, e destaca a formação recebida, ter conhecido muitíssima gente e ter aprendido a viver as virtudes com naturalidade.

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Laura, Girona: «A minha mãe dizia-me: mas sabes em que te estás a meter?»

A história de Laura Ramió Lluch é a de uma mulher com paixão pelos animais, pela montanha e pela investigação, que encontrou no Opus Dei um caminho de fé e de convicção pessoal, apesar da resistência inicial da sua família.

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Ana Cecília, Brasil: «Descobri que o meu sonho podia multiplicar-se»

Desde a sua infância em Curitiba até à sua entrega no Opus Dei, Ana Cecília percorreu um caminho de autodescoberta. Através da Medicina e da sua relação com Deus, encontrou o seu projeto: transformar vidas e multiplicar o seu sonho de maternidade no serviço aos outros.

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Eva, Barcelona: «Descobri que a minha vocação é transformar uma casa numa família»

Chamo-me Eva Burniol, sou do bairro da Horta, em Barcelona, e sou numerária auxiliar. Tenho 34 anos e adoro a montanha, correr... dá-me descanso, relaxa-me. Gosto muito da natureza. Gosto de ler, escrever, sair com os amigos... A moda, não sei, estar a par de tudo, não me chega o tempo!

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Mariana, Argentina: «Seguir a própria consciência é o melhor para uma instituição sadia»

Mariana, oriunda de Salta (Argentina), estudou Comunicação Social e trabalhou como fotógrafa, mas atualmente dedica-se a jardins. Para ela, a sua profissão é um espaço em que se pode encontrar com Deus em cada situação. Também cuida da mãe, que está de cama desde há dois anos depois de ter sofrido um acidente vascular cerebral.

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Rosaura: «Passámos das energias à verdade de Cristo»

A conversão dos pais de Rosaura fez mudar radicalmente o ambiente que tinha respirado em sua casa durante anos. Na sua família deixaram de viver uma espiritualidade new age para encontrar Cristo. Tanto ela como a mãe, que faleceu em 2024, contam o seu caminho de regresso à Igreja e a sua vocação ao Opus Dei como supranumerárias.

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María José, Espanha: «Para mim, ajudar os outros é devolver o que recebi»

María José é advogada e reside com o seu marido e filho em Madrid. Desde o regresso do regime talibã ao Afeganistão, em agosto de 2021, ajuda mulheres deste país a encontrar asilo em Espanha. Começaram por ser poucas, hoje é uma rede que apoia 110 famílias. “Rezar ajuda a integrar cada aspeto do meu dia”, comenta. A sua fé leva-a a comprometer-se por melhorar, com o seu trabalho, a realidade que a rodeia.

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Andy, Argentina: «O espírito da Obra levo-o comigo para onde for e em qualquer circunstância»

Andy é de Salta (Argentina) e estudou Gastronomia. Depois de ter vivido e trabalhado muitos anos em Buenos Aires, recentemente decidiu regressar à sua cidade natal para cuidar do sobrinho: “compreendi que era necessário e que não podia atuar com indiferença, tendo possibilidade de ajudar”, afirma.

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Mónica, Bolívia: «Cada mudança que a vida traz é uma nova oportunidade para crescer»

Mónica nasceu em Cochabamba, numa família que representava "o Arco-Íris da Bolívia", pois o pai era de La Paz e a mãe, de Santa Cruz. Estudou na Escola Alemã e depois em Buenos Aires, o curso de Agronomia. Posteriormente, estudou Filosofia e fez um Mestrado em Ensino dessa disciplina. Dedicou-se a projetos de desenvolvimento e à docência, e enfatiza que a sua especialidade é "mudar", pois a sua vida tem sido marcada por diversas oportunidades e situações profissionais variadas.

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