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Giovanni | A vocação: não um discurso teórico

«Ver pessoas normais que procuravam fazer todas as pequenas coisas com o maior amor possível mudou a minha vida». Giovanni conheceu o Opus Dei numa residência universitária de Milão, nos anos em que estudava Engenharia. Casado há quase trinta anos com Xenia, têm três filhos. Neste testemunho, conta a sua experiência.

Testemunhos

«Os dinamarqueses têm um profundo sentido de fé»

Hugo é um supranumerário que vive na Dinamarca, onde não há centros do Opus Dei. Oriundo do Brasil, pedimos-lhe que nos contasse mais sobre o seu país de adoção.

Testemunhos

Trabalhos habituais e como santificá-los: Médica de médicos

Eleonora, médica do trabalho e mãe de uma bebé de poucos meses, conta neste testemunho como se esforça por ter um programa de vida que a ajude a «estar sempre unida a Jesus».

Testemunhos

Fernando: «Que me ensinaram os meus onze anos no Opus Dei?»

Fernando fez parte do Opus Dei durante onze anos. Hoje, após uma saída difícil e um caminho de regresso, reflete sobre o impacto desses anos e sobre como uma amizade autêntica pode mover montanhas.

No singular

«Contigo já tenho uma família»: a felicidade de um casal sem filhos

Passado algum tempo de ser casada com António, Cloti, que trabalha numa ótica por onde passam muitos clientes, ouvia frequentemente a mesma pergunta: «E então, não têm filhos?».

No singular

Uma segunda oportunidade ao serviço dos outros

Dez anos depois de ter estado à beira da morte, a vida de Étienne mudou por completo. Beneficiando de um duplo transplante pulmonar, este pai de família e médico viu, de facto, na sua cura uma espécie de «segunda oportunidade». O acompanhamento de pais de família e a ajuda prestada a pessoas sem-abrigo são testemunhos de uma vida que se tornou mais atenta aos outros.

Testemunhos

Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»

Coral sonhava com a Gastronomia, mas o seu caminho levou-a a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a sua fé, encontrou o seu verdadeiro propósito.

No singular

Ale, Bolívia: «Pensei nesses momentos em que tinha sido feliz, e recordei os meus anos no Opus Dei»

Ale é boliviana, mãe de dois filhos, psicoterapeuta e médica. Dedicou grande parte da sua vida ao serviço social. Inspirada pelos ensinamentos de São Josemaria, compreendeu que a pobreza não é só material, mas também a falta de amor e de Deus. Juntamente com o seu marido decidiu dedicar-se à reabilitação social. Quando este morreu num acidente, Ale apercebeu-se de que devia continuar, apoiada na sua fé.

No singular

Bek, Austrália: «Não creio que alguém possa afirmar ter dominado completamente a arte de amar»

Rebekah, mais conhecida como Bek, é de Wollongong, Austrália. Bek tem muitos hobbies: gosta de velejar, pintar, ler, música e cozinhar. A sua paixão pela culinária tornou-se a sua área de desenvolvimento profissional. O propósito do seu trabalho é fazer com que as pessoas se sintam amadas, o que requer aprendizagem contínua: «Não creio que alguém possa dizer que chegou ao topo da aprendizagem de como amar as pessoas».

No singular

Merce, Argentina: «Creio que a fidelidade é felicidade»

Merce López, agregada, encontrou, na gastronomia, a sua profissão, mas na vocação, o seu propósito. Por meio da vida quotidiana, da fé e do trabalho em equipa, descobriu que o seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.

No singular