Viver a vocação em família: cada caminhante siga o seu caminho
Acompanhar os filhos na escolha da sua vocação é um desafio para os pais, mas Deus sempre surpreende e semeia muitos frutos. A família de Annabel viveu isso. Esta é a sua história.
Na capelania de um centro prisional
Há três anos que François faz parte de uma equipa de seis pessoas a trabalhar numa prisão, onde se encontram detidas cerca de 650 pessoas (homens), «condenadas a penas superiores a dois anos, com as melhores perspetivas de reintegração social».
Mª Angeles, Espanha: «Olho um pouco para trás e penso que tenho uma vida em cheio»
Mª. Angeles conheceu o Opus Dei por casualidade, quando uma professora do ensino secundário da sua terra lhe falou da oportunidade de viver num Centro de Estudo e Trabalho (CET). Ali aprendeu sobretudo três coisas: “Primeiro, a compatibilizar o estudo e o trabalho, a aproveitar mais o tempo porque em casa… não fazia nenhum. Depois, ajudou-me a perceber o que é a vida cristã vivida com coerência. E a terceira coisa, que condicionou depois a descoberta da minha vocação, foi conhecer o Opus Dei por dentro”.
Paola: «O meu chefe é Deus»
Após vinte anos a trabalhar como arquiteta em obras, Paola ingressou no mundo do ensino de história da arte e desenho técnico. Neste testemunho, fala-nos sobre a sua vocação, o seu trabalho e as suas paixões.
«E se entrássemos para o Opus Dei?»: a piada que acabou por mudar a nossa vida
Joshua e Danica redescobriram a sua fé a partir de um comentário casual. O que começou como uma piada sem intenção transformou-se no ponto de partida de uma vida marcada por uma decisão profunda: procurar Deus no quotidiano. Esta é a sua história.
Mª José de los Ángeles, Espanha: «Aprendi a encontrar sentido e gratidão em cada decisão que tomei»
Mª José foi agregada do Opus Dei durante 20 anos e há cerca de cinco deixou de fazer parte da Obra. “Embora tenha sido uma decisão muito dolorosa, estive muito acompanhada e, claro, fui muito livre. Que bonito é pensar que cada vocação tem uma missão mais transcendente que o relógio!”, afirma.
«Voltei a sentir-me amada por Deus»
Uma mudança familiar inesperada e uma adolescência complexa fizeram com que Cláudia se refugiasse no alcoolismo para fugir da solidão. Não se sentiu totalmente curada enquanto não voltou a encontrar Deus na sua vida.
Michelle, Líbano: a visita do Papa trouxe-nos esperança
A 4 de agosto de 2020, a explosão em Beirute fragmentou toda uma nação e reduziu a casa de Michelle a escombros. Cinco anos depois, a visita do Papa trouxe de volta a esperança e a reconciliação a um povo que “sabe sempre reerguer-se com coragem”.
Sofía, Guatemala: «Nas decisões importantes, senti-me acompanhada e livre»
Sofía Villalba, uma jovem guatemalteca de 26 anos, partilha a sua experiência de discernimento vocacional com honestidade e gratidão. Desde muito nova, sentiu o desejo de se entregar a Deus e, após um período de procura e reflexão, pediu a admissão como numerária do Opus Dei, no segundo ano da Faculdade. Apesar da vontade e do esforço sincero para viver essa vocação, com o tempo reconheceu que esse não era o seu caminho.
Lidwine: Deus e a maternidade
Lidwine partilha como vive a sua vocação de supranumerária no dia a dia: na maternidade, como esposa e na certeza de estar no lugar onde Deus a quer. Os meios de formação do Opus Dei ajudam-na a renovar a sua amizade com Deus e a ver as coisas com os olhos de Deus.










