«Os dinamarqueses têm um profundo sentido de fé»
Hugo é um supranumerário que vive na Dinamarca, onde não há centros do Opus Dei. Oriundo do Brasil, pedimos-lhe que nos contasse mais sobre o seu país de adoção.
Fernando, carteiro: «Todos precisamos que alguém nos escute»
Aos 54 anos, este habitante de Derio (País Basco) cuida do pai – na fase inicial da doença de Alzheimer – e trabalha nos Correios, depois de ter sido motorista ao serviço da alta sociedade. Entre quilómetros de bicicleta, páginas de livros e as voltas diárias na distribuição do correio, Fernando descobriu que o envio mais urgente e valioso do ser humano – o tempo para dar atenção aos outros – não cabe em nenhum envelope.
«Tão entusiasmada no meu casamento como no dia da primeira comunhão»
Yamel, médica da República Dominicana, residente em Oviedo, conta como viveu anos sem poder casar-se pela Igreja, o que significou para ela conhecer o Opus Dei e o que lhe disse o filho no dia em que lhe perguntou pelo seu casamento.
Giovanni | A vocação: não um discurso teórico
«Ver pessoas normais que procuravam fazer todas as pequenas coisas com o maior amor possível mudou a minha vida». Giovanni conheceu o Opus Dei numa residência universitária de Milão, nos anos em que estudava Engenharia. Casado há quase trinta anos com Xenia, têm três filhos. Neste testemunho, conta a sua experiência.
Trabalhos habituais e como santificá-los: Médica de médicos
Eleonora, médica do trabalho e mãe de uma bebé de poucos meses, conta neste testemunho como se esforça por ter um programa de vida que a ajude a «estar sempre unida a Jesus».
Fernando: «Que me ensinaram os meus onze anos no Opus Dei?»
Fernando fez parte do Opus Dei durante onze anos. Hoje, após uma saída difícil e um caminho de regresso, reflete sobre o impacto desses anos e sobre como uma amizade autêntica pode mover montanhas.
«Contigo já tenho uma família»: a felicidade de um casal sem filhos
Passado algum tempo de ser casada com António, Cloti, que trabalha numa ótica por onde passam muitos clientes, ouvia frequentemente a mesma pergunta: «E então, não têm filhos?».
Uma segunda oportunidade ao serviço dos outros
Dez anos depois de ter estado à beira da morte, a vida de Étienne mudou por completo. Beneficiando de um duplo transplante pulmonar, este pai de família e médico viu, de facto, na sua cura uma espécie de «segunda oportunidade». O acompanhamento de pais de família e a ajuda prestada a pessoas sem-abrigo são testemunhos de uma vida que se tornou mais atenta aos outros.
Coral, Bolívia: «Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei mais qualquer coisa»
Coral sonhava com a Gastronomia, mas o seu caminho levou-a a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a sua fé, encontrou o seu verdadeiro propósito.
Ale, Bolívia: «Pensei nesses momentos em que tinha sido feliz, e recordei os meus anos no Opus Dei»
Ale é boliviana, mãe de dois filhos, psicoterapeuta e médica. Dedicou grande parte da sua vida ao serviço social. Inspirada pelos ensinamentos de São Josemaria, compreendeu que a pobreza não é só material, mas também a falta de amor e de Deus. Juntamente com o seu marido decidiu dedicar-se à reabilitação social. Quando este morreu num acidente, Ale apercebeu-se de que devia continuar, apoiada na sua fé.










