Sofía, da Guatemala: "Nas decisões importantes me senti acompanhada e livre"
Sofia Villalba, uma jovem guatemalteca de 26 anos, compartilha sua experiência de discernimento vocacional com sinceridade e gratidão. Desde muito jovem, sentiu o desejo de se entregar a Deus e, após um período de busca e reflexão, pediu admissão como numerária do Opus Dei, no segundo ano de faculdade. Apesar de sua vontade e esforço sincero para viver essa vocação, com o tempo reconheceu que aquele não era o seu caminho.
Livro ilustrado: Guadalupe, da química ao céu
Em 18 de maio celebra-se sua memória litúrgica. Nasceu em Madri em 1916 e faleceu em Pamplona em 16 de julho de 1975, com fama de santidade. Foi a primeira pessoa leiga do Opus Dei a ser beatificada. Uma personalidade livre, moderna e acessível, que este livro retrata por meio de sua história, sua vocação e sua paixão pela química.
Multimídia sobre Montse Grases
Montse Grases nasceu em 10 de julho de 1941, em Barcelona. Morreu muito jovem, com menos de 18 anos, com alguns sonhos por realizar e muitas coisas ainda por fazer. Mas estava feliz por ter vivido uma vida plena e próxima de Deus. Em 2016, o Papa Francisco a declarou venerável.
Montse: com a força da juventude
Montse Grases, ainda jovem, percebeu que Deus a chamava a segui-Lo na vida de todos os dias. Ela transmitiu aos amigos e familiares a paz eu vem da proximidade com Deus, que se manifestou de forma exemplar durante a grave doença que lhe tirou a vida.
Laura, Valência: “Aprendi que escutar o meu coração era o mesmo que escutar Deus”
Laura tem 31 anos e mora em Valência. Aprender a rezar marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, lugar em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.
Laura, Espanha: “Minha mãe me dizia: mas você sabe no que está se metendo?”
A história de Laura Ramió Lluch é a de uma mulher apaixonada por animais, montanhas e pesquisa, que encontrou no Opus Dei um caminho de fé e convicção pessoal, apesar da resistência inicial de sua família.
Mónica, Bolívia: “Cada mudança que a vida traz é uma nova oportunidade para crescer”
Mónica nasceu em Cochabamba, numa família que representava "o Arco-Íris da Bolívia", pois o pai era de La Paz e a mãe, de Santa Cruz. Estudou na Escola Alemã e depois em Buenos Aires, o curso de Agronomia. Dedicou-se a projetos de desenvolvimento e à docência, e enfatiza que a sua especialidade é "mudar", pois a sua vida tem sido marcada por diversas oportunidades e situações profissionais variadas.
Ana Cecília: “Descobri que o meu sonho podia se multiplicar”
Desde a infância em Curitiba até sua dedicação ao Opus Dei, Ana Cecília percorreu um caminho de autodescoberta. Por meio da medicina e de seu relacionamento com Deus, encontrou seu propósito: transformar vidas e multiplicar seu sonho de maternidade a serviço do próximo.
Mercè, Espanha: “É a vida dela, não a minha”
Mercè nunca imaginou que sua filha Laura entraria para o Opus Dei. No começo, foi um drama, cheio de dúvidas e medos. Mas, com o tempo, ela aprendeu que a felicidade da filha era a única coisa que realmente importava.
Como professora, procuro deixar marca, não a minha, mas a de Deus
Mariel tentou repetidas vezes silenciar a inquietação vocacional que estava despertando em seu coração. E, quando as nuvens que a impediam de ver o caminho se dissiparam, sentiu fortemente o chamado para deixar marca; não a sua, mas a de Deus.









