Como se fosse um filme: “Abraçar a condição de filhos”
Jesus explica a força do amor divino usando uma imagem com um início surpreendente: dois filhos que desprezam o pai. Um, afastando-se dele e rompendo todos os vínculos familiares: o outro, vivendo com ele, mas com o coração na recompensa. Só quando começarem a redescobrir a sua verdade mais íntima, terão as disposições para acolher a felicidade que procuram.
Muito humanos, muito divinos (16): A obediência, abertura do coração
Permanecer abertos à voz de Deus dilata o nosso coração; permite-nos estar, como Jesus nas coisas de nosso Pai.
Viver de fé
Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus convida os apóstolos a não viverem segundo seus próprios cálculos humanos, mas confiando no dom divino.
Querer ser filhos, abrir-nos a um lar. Filiação e paternidade no Opus Dei
Por ocasião do aniversário do Prelado, refletimos sobre a paternidade e a filiação na família do Opus Dei.
Como se fosse um filme: Confiar na palavra que salva
Pedro nunca esqueceria o seu primeiro encontro com Jesus. Depois de uma noite de fracasso, ele confia em seu convite para lançar as redes e descobre um oceano inesperado. Mais tarde, quando alguns discípulos se afastaram do Mestre, ele reafirma a sua decisão de confiar em sua palavra.
Vale a pena! (1) Uma força que conquista o tempo
A virtude da fidelidade surge no relacionamento entre pessoas – e por isso também em relação a Deus – quando cada uma confia no amor da outra.
As palavras nascem no coração: a verdade e a caridade nos julgamentos
O Papa Francisco refere-se com frequência ao vício da murmuração. Neste texto, fazemos algumas considerações do ponto de vista espiritual e do relacionamento com os outros.
Uma porta aberta ao mistério: o símbolo atanasiano
O símbolo atanasiano – também conhecido por suas primeiras palavras “Quicumque vult” – é um resumo das verdades da fé na Santíssima Trindade e na Encarnação. São Josemaria costumava rezar e meditar este texto no terceiro domingo de cada mês como devoção ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Muito humanos, muito divinos (11): Quando o mundo nos fala
A temperança no desejo de conhecer permite-nos atingir o núcleo da realidade, e ser almas contemplativas no meio do mundo.
Muito humanos, muito divinos (9): O dom de olhar com Deus
Algumas virtudes que preparam para ser alma contemplativa no meio das coisas comuns.










