Então os seus olhos se abriram (3): O que as palavras guardam
“Ao chorar o destino das personagens, estamos chorando por nós mesmos”, escreveu o Papa Francisco em sua carta sobre literatura e formação espiritual. Desde as histórias contadas por Jesus até o romance contemporâneo, essa arte sempre teve um misterioso poder em nosso interior.
Então os seus olhos se abriram (2): A suave brisa da música
Desde interpretar canções “de amor humano à maneira divina” até cantar a Deus na liturgia: algumas das formas que a nossa relação cotidiana com a música pode assumir.
Então os seus olhos se abriram (1): Nas coisas mais materiais da terra
Começamos esta série sobre as artes como lugares de vida espiritual. Neste primeiro artigo consideraremos como a Encarnação – o fato de Deus ter querido fazer-se matéria – revela o verdadeiro valor da realidade material. E, com isso, o potencial das artes.
Artesãos da paz (1): Uma lógica que vira tudo do avesso
A paz e a guerra são decididas a cada batida do coração, a cada respiração. É o combate permanente entre duas lógicas: a de Deus e a do mundo. E o campo de batalha é o nosso coração. Capítulo 23 da série “Combate, proximidade e missão”.
"A Caminho do Centenário" (8): O trabalho como lugar de encontro com Deus
Com inspiração na Sagrada Escritura e nos ensinamentos de São Josemaria, este artigo considera como a atividade profissional e a vida cotidiana podem se tornar um autêntico lugar de encontro com Deus e em um caminho concreto de santidade no meio do mundo.
Combate, proximidade, missão (22): Encher o mundo de luz
Mostraremos aos outros a beleza do mundo e da vida, tal como Deus as sonha, se descobrirmos nós mesmos essa beleza.
Combate, proximidade, missão (21): Ele trabalha comigo. A força transformadora do trabalho
Quando permitimos que a sabedoria de Deus permaneça e trabalhe conosco, nossos esforços não são apenas dedicados a Ele, mas se convertem no próprio trabalho de Deus.
Combate, proximidade, missão (20): Semeadores de paz e de alegria
Grande parte de nosso apostolado consiste em contagiar os corações de quem está atribulado e sem esperança com nossa alegria serena.
“A caminho do centenário” (7): O trabalho e as atividades humanas assumidas pelo mistério de Cristo
A vida oculta de Jesus em Nazaré revela que o trabalho e as tarefas cotidianas têm um valor divino profundo: podem ser um caminho vocacional e de união com Deus, buscando imitar toda a vida do Senhor. As diversas circunstâncias em que se desenvolve a vida diária e o trabalho cotidiano conferem a esta chamada uma dimensão verdadeiramente universal: tornam-na acessível à imensa maioria dos homens e mulheres de todos os tempos.
Acompanhar à distância
Assim como Jesus fez com Natanael, queremos acompanhar aqueles que estão longe e talvez sozinhos. Nossa oração, a oferta da dor causada pela distância e a “imaginação da caridade” têm o poder de encher de alegria e paz os corações daqueles que amamos.










