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História do presépio

Quando começa o mês de Dezembro, muitas igrejas e lares cristãos decoram os seus interiores com representações do nascimento de Jesus Cristo. Mas como começou este costume? Quem montou o primeiro presépio? Quais as figuras que aparecem representadas?

Vida Cristã

Elogio a Maria

Neste sermão, Santo Agostinho fala da Mãe de Deus, apresentando-a como colaboradora de Cristo na Redenção.

O serviço dos pastores

Neste sermão, Santo Agostinho explica aos fiéis a missão ministerial dos bispos, ordenados para servir o povo cristão.

Belém: Campo dos pastores

Nesta região, Davi apascentava o gado de seu pai quando foi ungido por Samuel e, três gerações antes, a sua bisavó Rute respigava os campos de trigo e cevada atrás dos ceifeiros em Booz. Séculos mais tarde, quando chegou o momento da vinda do Filho de Deus à terra, ali teve lugar o primeiro anúncio do nascimento de Jesus.

Jesus Cristo

O Amor que abraça o mundo (A Criação, 2)

Após ter refletido sobre os relatos da criação, podemos nos perguntar outra vez: em que sentido é racional falar de criação hoje?

Na alegre esperança de Cristo

Deixar que o amor de Deus nos toque, deixar que Cristo olhe para nós. A esperança abre um mundo diante de nós, porque se fundamenta no que Deus quer fazer em nós.

A tempestade na barca

Comentário de Santo Agostinho de Hipona ao texto evangélico que relata a tempestade no barco e o medo dos apóstolos (Mt 8,23-27).

As pescas milagrosas

O fragmento a seguir pertence a uma das homilias sobre as duas pescas milagrosas que narra o Evangelho, e que Santo Agostinho interpreta como figuras da Igreja no tempo presente e na vida eterna.

Quando Cristo passa

Parágrafos de um sermão de Santo Agostinho sobre a cura dos cegos de Jericó (Mateus 20, 29-34).

A música que vem de Deus: canto e música na liturgia

A música sempre teve um lugar central na liturgia católica. Como o silêncio, é uma linguagem necessária para entrar em sintonia com a beleza de Deus, para descobrir a sua presença. Como sempre que se trata do Amor não há lugar para a pressa, nem cálculos: cantamos porque queremos ter tempo para Deus.