Número de artigos: 46

Pedro, Argentina: “Eu fui numerário e não mudaria nada em minha trajetória”.

Pedro é arquiteto, com especialização em ONGs. Atualmente, está fazendo mestrado em Economia Urbana. Em maio , ele se casará com Ine. O caminho de discernimento vocacional o aproximou do Opus Dei, instituição à qual pertenceu por alguns anos, e da qual se recorda com agradecimento: “Não me arrependo de ser o que sou hoje, e hoje sou o que sou por causa de todo o caminho que percorri”, garante.

Minha história

Shiró, Quênia: “Nenhum homem é uma ilha... Precisamos uns dos outros”

Shiró é mais feliz quando passa tempo com as pessoas: “Preciso das pessoas, e sentir que elas precisam de mim me faz querer dar o melhor de mim. Nenhum homem é uma ilha... Precisamos uns dos outros”. Essa abertura a levou a iniciar seus estudos na área de saúde e, mais tarde, a se dedicar à hotelaria e à gastronomia em seu país, o Quênia. Ela também promoveu uma iniciativa social para ajudar crianças de rua. Todas essas experiências confirmaram sua vocação para o Opus Dei como numerária auxiliar.

Minha história

Helô: “A gastronomia me conecta com as pessoas”

Helô é numerária auxiliar do Opus Dei há 34 anos. Nasceu em Lorena, mas depois que seu pai foi assassinado em um assalto quando ela tinha 10 anos, sua mãe decidiu se mudar para São José dos Campos. Sua vida foi marcada por outros eventos dolorosos. Ela adora cozinhar e, durante a pandemia, abriu um negócio chamado “By Chef Helô”. Uma história de superação.

Minha história

Mirian: “Deus recalcula o seu caminho, que nem o GPS”

Mirian, de São Paulo, tem 34 anos e é ginecologista e obstetra. É casada e tem um filho de meses. Durante algum tempo foi adscrita do Opus Dei, até perceber que seu caminho era outro, depois de um período de reflexão em que se sentiu acompanhada e compreendida.

Minha história

Marina, Espanha: “Quero ser numerária auxiliar em tudo o que faço”

Marina é numerária auxiliar do Opus Dei e participa de vários projetos sociais para ajudar crianças em hospitais, distribuir alimentos a famílias carentes e cuidar de idosos. Sua vocação dá unidade a todas essas atividades e motivação para dar de forma concreta e transmitir o carinho de Deus aos outros.

Minha história

Cecilia, do Canadá: “Mais perto da verdade, mais perto de Deus”

Cecilia nasceu em uma família católica em Ontário, Canadá. A fé que ela recebeu em sua infância vem, de certa forma, do seu bisavô (o intelectual inglês Malcolm Muggeridge) e da sua incansável busca pela verdade. O legado que Malcolm e sua esposa Kitty deixaram para a família foi esse espírito de busca e dedicação. Em sua vocação para o Opus Dei, como numerária auxiliar, Cecilia procura fazer com que as pessoas sejam amadas e valorizadas por meio de seu trabalho profissional e aproximá-las de Deus.

Minha história

Malina, da Malásia: "ver meus amigos comungando foi o início do meu caminho"

Malina aprendeu a conviver com muçulmanos, ateus e cristãos em sua própria família. "Minha família é um exemplo da mistura de culturas e religiões que existe em meu país, a Malásia". O pai dela é ateu, sua mãe é católica e suas irmãs se converteram ao Islã. Ela decidiu se batizar aos 16 anos. Esse foi o início de uma busca que a levaria ao Opus Dei como numerária auxiliar.

Minha história

Uma vida extraordinária, realizada e feliz

“O meu nome é Manolo, tenho paralisia cerebral desde o nascimento, era o mais velho de três irmãos e tinha que dar bom exemplo, tinha que ser não normal, mas muito acima…”. Assim começa a história de um lutador.

Minha história

Raquel, Espanha: “O lama me disse que eu tinha que ir à missa todos os dias”

Raquel Escudier é natural de San Fernando (Cádiz), casada e mãe de dois filhos. Sua vida mudou radicalmente no dia em que um lama, um mestre espiritual do budismo, disse que ela deveria ir à Missa todos os dias.

Minha história

Brenda: Você vai segurar a minha mão?

"Você vai segurar a minha mão?" é a história de Brenda, uma médica em Kent que conheceu o Opus Dei enquanto estava na universidade.

Minha história