Coral, Bolívia: “Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei algo mais”
Coral sonhava com a gastronomia, mas seu caminho a levou a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a fé, ela encontrou seu verdadeiro propósito.
Francisco, Chile: “Tudo o que vivi é para mim? Ou para mais alguém?”
Aos 40 anos, Francisco olhou para a própria vida e se perguntou se tudo o que recebeu deveria guardar para si ou entregar aos outros. Esse questionamento o levou a descobrir um caminho de serviço e a certeza de que cada passo dado serviu de preparação para o seguinte.
Jaime Nubiola: “Educar é sempre educar na liberdade”
Como homenagem pelo dia dos professores, oferecemos esta entrevista com Jaime Nubiola, professor aposentado de Filosofia da Universidade de Navarra. Ele reflete sobre a importância de um bom professor, do acompanhamento na formação dos jovens, da arte de viver, da liberdade, da beleza e também da fé.
“Deus entra na minha casa”
Lidwine nos conta sobre sua vocação para se tornar santa na vida cotidiana. No meio da agitação do dia a dia, há paz no fundo do seu coração. Ela percebe que as pessoas muitas vezes buscam um sentido para a vida, e ela encontra o seu sentido na maternidade.
Merce, Argentina: “Acredito que a fidelidade é felicidade”
Merce López, adscrita, encontrou na gastronomia sua profissão, mas na vocação seu propósito. Através da vida cotidiana, da fé e do trabalho em equipe, descobriu que seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.
Reintegração na sociedade através do rugby
Mateo e outros amigos transformaram o rugby numa causa para ajudar prisioneiros de uma prisão de Madri. A Fundação Invictus visa ajudá-los a reconstruir as suas vidas e a se reintegrar na sociedade por meio do esporte e dos valores que ensina, como espírito desportivo, camaradagem, sacrifício e perseverança.
Mark, Singapura: “Levei 30 anos para dizer sim a Deus”
Mark conheceu o Opus Dei na década de 1990, mas hesitou em dizer sim a Deus durante décadas, convencido de que não estava pronto. Um retiro finalmente o ajudou a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda as pessoas que Ele chama a crescer em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de investimentos, ele encontra alegria na oração, força no seu trabalho e mais presença com a sua família e com aqueles que o rodeiam.
Depois de uma noite de tempestade
Certa madrugada, depois de ajudar alguns colegas de trabalho, minha vida mudou de rumo. Um acidente, um episódio quase surrealista e uma experiência limite me fizeram redescobrir a mão de Deus em meio à dor.
Laura, Valência: “Aprendi que escutar o meu coração era o mesmo que escutar Deus”
Laura tem 31 anos e mora em Valência. Aprender a rezar marcou o ritmo e o conteúdo das suas decisões. Responder à vocação de numerária foi para ela o início de um caminho que hoje percorre como administradora no Opus Dei, lugar em que conjuga a sua paixão por criar, comunicar e cuidar.
“Pedi demissão, deixei tudo e fui para o deserto”
Kasanay, São Josemaria e a missão de Briceldy: mudar vidas entre os indígenas wayuu da Venezuela.










