Jillian, Singapura: “Minha forma de ver as coisas mudou”
Jillian tem 26 anos e é de Singapura. Atraída pela alegria que via nos outros, encontrou sua vocação no Opus Dei. “Vejo a vida com novos olhos, encontrando Deus no trabalho diário e nos simples atos de amor”.
Carol: “A Obra virou uma extensão da minha família”
Caroline, 37 anos, de Osasco, estudou hotelaria e fez um curso de especialização no setor de serviços. Seu pai é cabeleireiro e sua mãe é professora de matemática. Define a sua vocação para a Obra como numerária auxiliar como “uma mãe dentro do Opus Dei”, destacando que “sabemos cuidar, como qualquer mãe faria, e em todos os aspectos”. Isso “também tem um impacto espiritual, não apenas material”.
“Deus tinha certeza, mas eu não”
O padre Luis, sacerdote da Arquidiocese de Caracas e membro da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, conta a história da sua vocação e do seu ministério sacerdotal entre jovens e doentes.
Nagasaki: À sombra do clarão. A fé no cinema japonês
Entrevista com Jumpei, natural de Nagasaki e neto de um dos sobreviventes da bomba atômica, que nos fala sobre seu mais recente filme, “Nagasaki — Senkō no Kage” (Nagasaki: À sombra do clarão), que será exibido na Cinemateca do Vaticano no dia 31 de outubro.
Coral, Bolívia: “Eu queria estudar gastronomia, mas encontrei algo mais”
Coral sonhava com a gastronomia, mas seu caminho a levou a descobrir uma vocação mais profunda. Através de dúvidas, formação e reencontros com a fé, ela encontrou seu verdadeiro propósito.
Jaime Nubiola: “Educar é sempre educar na liberdade”
Como homenagem pelo dia dos professores, oferecemos esta entrevista com Jaime Nubiola, professor aposentado de Filosofia da Universidade de Navarra. Ele reflete sobre a importância de um bom professor, do acompanhamento na formação dos jovens, da arte de viver, da liberdade, da beleza e também da fé.
“Deus entra na minha casa”
Lidwine nos conta sobre sua vocação para se tornar santa na vida cotidiana. No meio da agitação do dia a dia, há paz no fundo do seu coração. Ela percebe que as pessoas muitas vezes buscam um sentido para a vida, e ela encontra o seu sentido na maternidade.
Merce, Argentina: “Acredito que a fidelidade é felicidade”
Merce López, adscrita, encontrou na gastronomia sua profissão, mas na vocação seu propósito. Através da vida cotidiana, da fé e do trabalho em equipe, descobriu que seu caminho era marcado por algo mais profundo do que o sucesso profissional.
Reintegração na sociedade através do rugby
Mateo e outros amigos transformaram o rugby numa causa para ajudar prisioneiros de uma prisão de Madri. A Fundação Invictus visa ajudá-los a reconstruir as suas vidas e a se reintegrar na sociedade por meio do esporte e dos valores que ensina, como espírito desportivo, camaradagem, sacrifício e perseverança.
Mark, Singapura: “Levei 30 anos para dizer sim a Deus”
Mark conheceu o Opus Dei na década de 1990, mas hesitou em dizer sim a Deus durante décadas, convencido de que não estava pronto. Um retiro finalmente o ajudou a perceber que Deus não chama os perfeitos, mas ajuda as pessoas que Ele chama a crescer em santidade. Hoje, como marido, pai e gestor de investimentos, ele encontra alegria na oração, força no seu trabalho e mais presença com a sua família e com aqueles que o rodeiam.










