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Pedro, Argentina: “Eu fui numerário e não mudaria nada em minha trajetória”.

Pedro é arquiteto, com especialização em ONGs. Atualmente, está fazendo mestrado em Economia Urbana. Em maio , ele se casará com Ine. O caminho de discernimento vocacional o aproximou do Opus Dei, instituição à qual pertenceu por alguns anos, e da qual se recorda com agradecimento: “Não me arrependo de ser o que sou hoje, e hoje sou o que sou por causa de todo o caminho que percorri”, garante.

Minha história

Shiró, Quênia: “Nenhum homem é uma ilha... Precisamos uns dos outros”

Shiró é mais feliz quando passa tempo com as pessoas: “Preciso das pessoas, e sentir que elas precisam de mim me faz querer dar o melhor de mim. Nenhum homem é uma ilha... Precisamos uns dos outros”. Essa abertura a levou a iniciar seus estudos na área de saúde e, mais tarde, a se dedicar à hotelaria e à gastronomia em seu país, o Quênia. Ela também promoveu uma iniciativa social para ajudar crianças de rua. Todas essas experiências confirmaram sua vocação para o Opus Dei como numerária auxiliar.

Minha história

"A esperança não engana" (Rm 5, 5) e fortalece-nos nas tribulações

Mensagem do Papa Francisco para o XXXIII Dia Mundial do Doente.

Pelas vocações à vida sacerdotal e religiosa

Em fevereiro, o Papa convida a rezar “para que a comunidade eclesial acolha os desejos e as dúvidas dos jovens que sentem o chamado para servir à missão de Cristo na vida sacerdotal e religiosa”.

Minha história. O Opus Dei em primeira pessoa

Não existem duas pessoas iguais. Também não existem duas vidas idênticas. O Opus Dei é cada pessoa que encarna esse carisma, repete frequentemente o Prelado. “Minha história” é um mosaico de rostos dos cinco continentes que contam as suas vidas a partir do encontro com a Obra.

Testemunhos

4. "Bem-aventurada sois vós que acreditastes". A Visitação e o Magnificat

“A Virgem também se dirige a Isabel para partilhar a fé no Deus do impossível e a esperança no cumprimento das suas promessas”. Nesta catequese o Papa Francisco aprofunda algumas partes do “Magnificat”.

Helô: “A gastronomia me conecta com as pessoas”

Helô é numerária auxiliar do Opus Dei há 34 anos. Nasceu em Lorena, mas depois que seu pai foi assassinado em um assalto quando ela tinha 10 anos, sua mãe decidiu se mudar para São José dos Campos. Sua vida foi marcada por outros eventos dolorosos. Ela adora cozinhar e, durante a pandemia, abriu um negócio chamado “By Chef Helô”. Uma história de superação.

Minha história

Casal que dança

Renata é de Belém do Pará, tem 42 anos, é casada com Marcelo e tem três filhos: Manuela, Mateus e Maria. É funcionária pública e conheceu o Opus Dei em 2021 por meio das redes sociais, “aprendi a amar mais a Santa Igreja, o Papa, São Josemaria Padre, o Padre” e tudo o que podemos fazer para aproximar as pessoas de Deus.

Iniciativas

Mirian: “Deus recalcula o seu caminho, que nem o GPS”

Mirian, de São Paulo, tem 34 anos e é ginecologista e obstetra. É casada e tem um filho de meses. Durante algum tempo foi adscrita do Opus Dei, até perceber que seu caminho era outro, depois de um período de reflexão em que se sentiu acompanhada e compreendida.

Minha história

Marina, Espanha: “Quero ser numerária auxiliar em tudo o que faço”

Marina é numerária auxiliar do Opus Dei e participa de vários projetos sociais para ajudar crianças em hospitais, distribuir alimentos a famílias carentes e cuidar de idosos. Sua vocação dá unidade a todas essas atividades e motivação para dar de forma concreta e transmitir o carinho de Deus aos outros.

Minha história