Eu me chamo Josemaría, tenho 22 anos, sou aluno do curso Direito da Universidade de Brasília - UnB e faço estágio no Supremo Tribunal Federal - STF.

Ainda que a vida de universitário seja corrida, gosto de separar momentos de descanso e de lazer. Dessa forma, gosto muito de praticar esportes e faço questão de sempre marcar algo para fazer com meus amigos. Um dos planos que mais gosto e faço com regularidade é convidá-los para irem lá em casa sexta à noite para assistirmos a algum filme e fazermos um lanche - quase todas as vezes pedimos pizza.
Além de amigos da faculdade, do estágio e de outros âmbitos, também tenho muitos amigos que participam do Centro Cultural do Opus Dei em Brasília. Aliás, uma pergunta que com frequência me fazem: “como você conheceu o Opus Dei?” Bem, desde a minha tenra infância, já ouvia falar do Opus Dei, em grande medida porque meus pais me explicavam a origem do meu nome: uma homenagem a São Josemaria Escrivá, seu fundador. Posteriormente, na minha adolescência, tive meu primeiro contato com o Centro, ocasião em que participei do Clube Juvenil para garotos.
No entanto, até esse período meu contato com o Opus Dei havia sido superficial, sendo que, após participar do clube por pouco mais de um ano, deixei de frequentá-lo; e assim fiquei um bom tempo... O meu contato com a Obra foi retomado, e com mais profundidade, quando entrei na faculdade, uma vez que já possuía mais autonomia e liberdade. Em todos os sentidos, pois, além de eu mesmo começar a ver a necessidade de estar mais perto de Deus, também tirei minha carteira de motorista e pude me deslocar com mais facilidade, não dependendo tanto dos meus pais.

Voltar a frequentar o Centro foi uma escolha que mudou minha vida em 180º para melhor: passei a levar mais seriamente minha vida espiritual; dediquei-me com maior empenho ao estudo; e principalmente passei a fazer numerosas e profundas amizades, questão a que não dava a devida importância antes de frequentar os meios de formação. Em boa medida, esse ânimo por fazer novas amizades e estar disponível aos outros é o que me motivou a participar da JMJ de Lisboa. Espero que a Jornada me possibilite entrar em contato com pessoas de diversas origens, a aprofundar a minha fé e espírito apostólico, e, claro, ver o Papa mais de perto!
Estamos com as malas prontas e rezando muito por esses dias.