Alma de Eucaristia

Dom Javier Echevarría descreve vários aspectos da devoção de São Josemaria à Eucaristia: "gostava de fazer atos de fé explícita na presença real de Jesus Sacramentado: Creio que estás presente com o teu Corpo, com o teu Sangue, com a tua Alma e com a tua Divindade. Jesus, eu te adoro!"

Opus Dei - Alma de Eucaristia

Em vários lugares – por exemplo, em Forja, ns. 826 e 835[1], mons. Escrivá escreveu sobre a necessidade de que a vida do cristão seja essencialmente totalmente!eucarística. Sintetizava-o numa frase de corte clássico: alma de Eucaristia. De certo modo, esse traço do seu espírito contemplativo está implícito na Santa Missa. Mas oferece alguns elementos específicos.

Mons. Escrivá gostava de fazer atos de fé explícita na presença real de Jesus Sacramentado: Creio que estás presente com o teu Corpo, com o teu Sangue, com a tua Alma e com a tua Divindade. Jesus, eu te adoro! Considerava a Eucaristia como penhor seguro da nossa esperança. Dizia-nos que, se estando aqui na terra e não sendo dignos de receber o Senhor, mesmo assim Ele se nos entrega, imaginai o que será quando o possuirmos eternamente no Céu!

Quando, na década de quarenta, pôde ter um quarto definitivo – no Centro da rua Diego de León em Madri –, alegrou-se de que fosse contíguo ao oratório onde estava o sacrário: porque assim, na solidão de muitas noites e durante tantas horas do dia, podia rezar e trabalhar diante de Nosso Senhor. Essa ideia levou-o a fazer instalar em Roma uma sacada que, do quarto de trabalho do Presidente Geral do Opus Dei, desse para o oratório. Como passava nessa sacada muito tempo, fez colocar lá um pequeno relógio antigo de bolso, para respeitar o horário do Centro.

Nunca entrava numa igreja sem ir primeiro cumprimentar Jesus Sacramentado: recolhia-se em oração uns instantes e renovava o seu ardente desejo de fazer-lhe companhia em todos os Tabernáculos do mundo. Fiquei emocionado com o que aconteceu numa ocasião em que o acompanhei a uma Catedral que estava em obras numa cidade importante. Perguntou ao sacristão onde tinham deixado reservado o Senhor, e o sacristão respondeu que ignorava, pois cada dia o mudavam de lugar e, assim, ninguém sabia onde estava. Mons. Escrivá foi procurando o Senhor pela Catedral e, quando o descobriu ao divisar uma lamparina meio escondida, ajoelhou-se e rezou. Mais tarde, contou-nos que tinha feito esta oração: Senhor, eu não sou melhor que os outros, mas preciso dizer-te que te amo com todas as minhas forças; e peço-te que me escutes: amo-te por todos aqueles que vêm aqui e não to dizem; por todos os que hão de vir e não to dirão. E acrescentou: Não faríeis vós algo de semelhante se os vossos paiscom tantos méritos como têmtivessem sido pródigos com os outros e os outros não lhes estivessem agradecidos? A Deus devemos muitíssimo mais. Ele, que é toda a felicidade, toda a formosura e a verdadeira Vida, pôs-se à disposição de cada um de nós para que tenhamos parte nessa Vida. É justo que sejamos agradecidos!

Ainda que já tenha sido apontado, não deixa de surpreender a criatividade de mons. Escrivá ao empregar no trato com Jesus Sacramentado no Sacrário termos amorosos como saudar, assaltar, cortejar, dar uma escapada...

Quando tinha alguns instantes livres, ainda que tivesse de subir e descer escadas, ia ao oratório e fazia uma genuflexão, acompanhada de uma jaculatória, uma comunhão espiritual ou um ato de adoração. Não tinha receio em momento algum de dar este conselho: Quando puderes, dá uma escapada para fazer companhia a Jesus Sacramentado, nem que seja por uns segundos, e diz-lhecom toda a almaque o amas, que queres amá-lo mais, e que o amas por todas as pessoas da terra, mesmo por aqueles que dizem que não o amam.

Certa vez, recebeu uns convidados para o almoço. Quando terminou a refeição, sugeriu com a naturalidade que o caracterizava: Vamos cumprimentar o Senhor? Eram pessoas cristãs e piedosas, mas estranhou-as ouvi-lo falar assim, porque, pelo seu tom de voz, parecia estar-se referindo a um superior, e... a quem poderiam ir cumprimentar como senhor da casa, se o dono era ele? A estranheza dissipou-se quando entraram no oratório.

Insistia-nos, ao padre Álvaro del Portillo e a mim, em que não passássemos diante do Tabernáculo sem lhe dizer que o amais com toda a alma, que quereis guardá-lo em vossos corações, que lhe agradeceis a sua presença no Sacrário para nosso consolo, que nos ajude com a sua fortaleza e a sua onipotência; e, depois de fazer essas considerações, acrescentava: Eu faço assim.

Com essa paixão por Jesus Sacramentado que o consumia, pedia-nos em 26 de fevereiro de 1970: Uni-vos à minha oração constante. Rezo durante o dia todo e de noite. Uni-vos à minha Santa Missa. Fazei muitos atos de fé e de amor na presença eucarística; e fazei muitos atos de desagravo. Dizei ao Senhor que o amais com toda a alma, que não quereis fazê-lo sofrer, que desejais desagravá-lo continuamente.

Recomendava aos sacerdotes que fizessem muita companhia ao Santíssimo Sacramento. Queria que aumentasse em todos eles a piedade eucarística e dizia-lhes que, sem fazê-lo para serdes vistos pelas pessoas da vossa igreja, pelos vossos paroquianos, não vos deve importar que vos vejam. Se estiverdes pendentes do Senhor, e as pessoas souberem do vosso amor, hão de perguntar-vos os motivos; e então podereis falar-lhes dessa paixão que deve dominar toda a vossa vida.

Repetia constantemente: Dou-te graças, meu Deus, porque desde que eu era jovem me fizeste entrever a maravilha de amor que é este mistério da Eucaristia.

Em 1973, animava as suas filhas e os seus filhos a fomentar um amor crescente por Jesus Sacramentado: Deus nos fez capazes de querer-lhe, de olhá-lo, de amá-lo. De que maneira? Cumprindo delicadamente, com esforço, o plano de cada dia. Padre, perguntar-me-eis, como podemos aumentar o trato com Ele? Adentrando na sua intimidade, porque somos da sua família; indo procurá-lo onde está, no Sacrário e nas vossas almas. E dizei-lhe que descansais n'Ele, na sua fortaleza.

Estas palavras, que pronunciou nos últimos anos da sua vida, estavam na linha de tudo o que viveu e pregou constantemente. Por exemplo, em 1958, instava conosco: Temos de insistircom os outros e conosco mesmosem que nunca o deixemos só nessa prisão voluntária do Sacrário, prisão de amor, onde quis ficar escondido na Hóstia, inerme, por ti e por mim. E em 1962: Há muitíssimo tempo que, enquanto faço a genuflexão diante do Sacrário, depois de adorar o Senhor Sacramentado, também dou graças aos Anjos, porque fazem continuamente a corte a Deus. Fazer a corte: daí procede a palavra cortejar, que é acompanhar com amor a pessoa por quem se está apaixonado; por isso é utilizada na linguagem corrente para dizer que um homem ama uma mulher.

Em 10 de junho de 1971, dia em que se celebrava a festa do Corpus Christi, comentou-nos: Hoje, dá-me uma alegria especial agradecer aos Anjos a corte que fazem a Jesus Sacramentado em todos os Sacrários, celebre-se ou não se celebre a festa em honra de Jesus Sacramentado. É um costume meu de sempre, mas hoje ajuda-me a ter ainda mais presença de Deus.

Nesse mesmo dia, acrescentou em outro momento: Enquanto celebrava a Missa esta manhã, disse a Nosso Senhor com o pensamento:Eu te acompanho em todas as procissões do mundo, em todos os Sacrários em que te honram, e em todos aqueles em que estejas e não te honrem.

A sua devoção à Eucaristia levou-o também, nos últimos anos, a incrementar o espírito de desagravo.

Tinha fome de estar na presença de Jesus Sacramentado para adorá-lo, para acompanhá-lo, para reparar – acrescentava na sua humildade – as minhas misérias e as misérias de toda a humanidade, para não deixá-lo só, pois em muitos lugares estará sem a companhia que todos os homens deveríamos fazer-lhe.

Em 1960, falava-nos mais uma vez do mistério da Eucaristia, do "Grande Solitário", porque as pessoas o abandonaram. Não entendem de amor, de compreensão, de entrega. E como podem entender, se não querem ir à fonte! Eu peço ao Senhor, para todos, para as minhas filhas, para os meus filhos e para mim, que saibamos cultivar o trato com Cristo na Eucaristia. Ide com fé, com delicadeza, continuamente. Pouco importam as nossas misérias pessoais, se estamos em graça de Deus. Precisamente se nos apoiarmos nessa fraqueza, sentiremos com mais consciência a sua necessidade, a necessidade de Deus na nossa vida. Já há vários dias que a minha oração de adoração à Eucaristia tem todo um matiz de reparação e de súplica para que eu não o abandone: peto quod petivit latro poenitens[2]; vejo-me fraco, e encho-me de confiança no poder de Deus, que nunca deixa de atender quem o procura com confiança e humildade.

E completava: Nós, os sacerdotes, temos de amar tanto o sacerdócio que possamos colocá-lo continuamente junto do Senhor no Sacrário e transformar toda a nossa vida num labor espiritual; mas o nosso trabalho deve ser como o dos outros: uma oferenda feita ao Senhor. Quero dizer que a nossa operatio Dei[3]: é uma Missa, que começa à meia-noite e termina vinte e quatro horas depois.

Rezava e cantava com freqüência o hino Adoro te devote. Para fomentar a fé na Eucaristia, aconselhou os seus filhos a recitá-lo e meditá-lo todas as quintas-feiras, pedindo ao Senhor que aumentasse a piedade de todos os cristãos.

Esses modos de viver a sua fé estavam tão arraigados nele que, quando viajava ou saía de casa para ir à cidade, ao divisar as torres das igrejas, vinha aos seus lábios algum verso desse hino, interrompendo brevemente a conversa; isso contribuía para a sua devoção eucarística e para a dos que o acompanhávamos. Também repetia uma jaculatória que nascia muito do fundo da sua alma: Jesus, Tu que curaste tantas almas, faz com que te veja como Médico Divino na Hóstia Santa!

Ouvi-o animar pessoas de todas as classes sociais a comungar com as melhores disposições, sem contudo caírem no escrúpulo. Ao mesmo tempo, lembrava taxativamente as condições necessárias para receber dignamente o sacramento: Não comungueis quando tiverdes uma sombra fundada de dúvida de que pudestes ofender gravemente o Senhor; não vos deixeis levar nunca pelos escrúpulos, mas também não recebais o Senhor com essa sombra de dúvida.

Não há dúvida de que essa delicadeza de consciência era a sua principal preparação para receber o Senhor. Mas não manifestava também um sem-fim de pequenos detalhes relacionados com a Eucaristia e o Sacrário?

Aprendi do Fundador do Opus Dei a cuidar do Sacrário e dos objetos dedicados ao culto. Vi como os tocava e preparava com extrema delicadeza. Vi também como ficava seriamente desgostado quando, por desleixo, se estragavam cálices, patenas, ostensórios, altares. Fazia-nos notar com energia que eram incidentes que não deviam acontecer: Sei muito bem que são coisas que também podem acontecer comigo, mas temos de esmerar-nos e pôr todo o nosso esforço para que não aconteçam, sem nos acostumarmos ao manuseio desses objetos: o amor tem de levar-nos a essas delicadezas. E concluía: Não pôr esse esmero seria desamor!

Não compreendia que as mesmas pessoas que se negariam a tomar uma refeição sobre uma toalha suja tolerassem que os panos sagrados se convertessem numa autêntica imundície: Penso – dizia – que o Senhor tratará mais duramente esses casos do que as faltas que tenhamos cometido levados pela paixão. Nestes últimos erros, pode haver as atenuantes da nossa natureza caída; mas, nas coisas que se referem ao culto, não há paixão que nos possa cegar; há desamor!, que é uma atitude que devemos rejeitar no nosso trato com o Senhor.

Em 1967, insistia-nos: Quando se ama, sente-se livremente a responsabilidade de cumprir o dever; e sente-se também a farpa, a reprovação divina, quando não o cumprimos ou quando não o cumprimos tão bem como deveríamos.

Quando alguns interpretaram erroneamente a reforma litúrgica e se desfizeram de objetos e paramentos que a Igreja não tinha excluído, ou os utilizaram para outros fins, procurou sensibilizar a consciência de sacerdotes e fiéis para que os recuperassem com a finalidade de voltar a dedicá-los ao culto ou de conservá-los piedosamente, como lembranças de uma tradição cristã e de uma piedade vivida durante séculos. Doía-lhe que se perdesse esse tesouro por ligeireza.

Amava sinceramente todas as práticas do culto. Considerava-as como meios necessários para o relacionamento ativo das almas com o Senhor. Mostrava-se santamente intransigente em tudo o que revelasse rotina, descuido ou leviandade nesses atos litúrgicos. Se em alguma cerimônia, por um erro de alguém ou por qualquer outro motivo, tínhamos vontade de rir, aconselhava-nos a pensar na Paixão do Senhor, nesses sofrimentos sem limite, padecidos por ti, por mim, pelas tuas ofensas e pelas minhas ofensas a Deus; e se, mesmo assim, não és capaz de dominar essa reação, dá um beliscão em ti mesmo, de modo que te magoe, que sintas uma dor física. Tens de evitar tudo o que te leve a distrair-te ou a não ser delicado com o Senhor que nos preside e a Quem se dirigem os diversos atos de culto.

Enfim, isto quer dizer que a sua alma eucarística refletia também a profundidade da sua piedade litúrgica.

Sempre que o acompanhei a determinadas cerimônias em igrejas, surpreendeu-me a segurança e o conhecimento com que participava: não se enganava nos movimentos, seguia os diferentes atos com toda a espontaneidade, como se tivesse vivido essas cerimônias durante muitos anos.

Queria que nas ações litúrgicas se fomentasse uma piedade profunda e doutrinal, fruto da participação dos assistentes, longe de todo o anonimato. Amava as rubricas e meditava o seu conteúdo para alimentar a fé, pois sabia encontrar em cada gesto um sinal de ajuda para se abeirar do Senhor com nova vibração. Tinha a certeza de que esses atos aumentavam a devoção tanto dos que oficiavam como dos que participavam; e desejava que não houvesse nenhuma improvisação, para evitar as distrações: Como aproxima do Senhor o rigor na liturgia, quando se faz com amor de Deus e piedade!

No tempo em que ainda causava estranheza que a Missa fosse dialogada, ensinou esse costume às pessoas que tinha à sua volta, especialmente aos membros do Opus Dei: para que penetrassem a fundo na renovação do Sacrifício do Calvário.

Cumpria fielmente as rubricas, não por rigorismo, mas porque dava todo o valor ao seu conteúdo espiritual. Por exemplo, cuidou de ensinar-nos a acender os castiçais de acordo com antigas tradições: primeiro, o que tem maior categoria, o que está à direita do Senhor; portanto, a vela mais próxima do Sacrário; a seguir, as outras desse lado. E acrescentava: Pensai que estas normas litúrgicas obedecem a um sentido de piedade e encerram um simbolismo claro do reconhecimento da Majestade Divina: não podemos descuidá-las, porque isso significaria que não damos importância ao tratamento respeitoso que devemos ao Senhor.

De certo modo, esta sumária descrição da piedade litúrgica de mons. Escrivá ficaria incompleta sem uma referencia à recitação do Ofício divino[4].

Guardo uma lembrança comovedora de como rezava a Liturgia das Horas. Primeiro, para evitar atrasos, costumava adiantá-lo para o começo da manhã. Impressionou-me sempre a pausa com que recitava as palavras do Aperi, Domine[5], e a ênfase com que pronunciava a oração para rezar digne, attente ac devote[6].

Aconselhava-nos que, sempre que fosse possível, lêssemos o Breviário diante do Sacrário, perante Jesus Sacramentado, que tantas vezes está abandonado, que tantas vezes fica só, e espera pela companhia de todos os homens, especialmente dos seus sacerdotes.

Tive oportunidade de rezar a Liturgia das Horas com o Fundador do Opus Dei e com mons. Álvaro del Portillo durante longas temporadas. Alguns dias, para animar-nos a rezá-la com mais piedade – penso que o faria especialmente por mim –, pedia-nos: Vamos rezar devagar, meditando e compreendendo o que estamos dizendo, unindo-nos novamente à oração da Igreja e pedindo para que se reze o Breviário em todo o mundo com intensa devoção.

Além disso, repetia-se com frequência esta cena: quando terminávamos, mons. Escrivá anotava os versículos ou textos que mais o tinham tocado durante a leitura. Aconselhava-nos a fazer o mesmo quando alguma frase nos chamasse a atenção, a não nos deixarmos levar pelo comodismo ou por uma falsa interpretação do aproveitamento do tempo, adiando o momento de tomar essas notas. E precisava que era melhor fazê-lo imediatamente porque se tratava de conservar aquilo que o Senhor tinha posto nas nossas almas: além de servir para a nossa própria vida interior, podia ser uma luz para a pregação ou para a atividade sacerdotal.

Impressionou-me profundamente a necessidade que sentia do Ofício divino quando – nos últimos meses da sua vida – começaram a formar-se cataratas nos seus olhos. Pediu-nos a mons. Álvaro del Portillo e a mim que rezássemos a Liturgia das Horas na sua presença, em voz alta, para unir-se a nós.

Assisti a muitos dos seus encontros com sacerdotes em vários países, e vi como costumava comentar a bendita obrigação de rezar o Oficio divino, instando-os a ser muito piedosos: Não deixeis o Breviário!; rezai o Breviário com devoção!; rezai o Breviário na primeira hora do dia, depois de terdes celebrado; ou antes, se tiverdes ocasião; não o deixeis para a última hora nem para quando estiverdes cansados.


[1] “Tens de conseguir que a tua vida seja essencialmente – totalmente! – eucarística” (n. 826). “Sê alma de Eucaristia! – Se o centro dos teus pensamentos e esperanças estiver no Sacrário, filho, que abundantes os frutos de santidade e de apostolado!” (n. 835).

[2] “Peço-te o que te pedia o ladrão arrependido”. Verso do hino eucarístico Adoro te devote, composto por São Tomás de Aquino (N. do T.).

[3] Trabalho de Deus.

[4] O Ofício divino é a oração pública, litúrgica, da Igreja; compõe-se de salmos, leituras e orações, e deve ser recitado diariamente pelos sacerdotes, distribuído por diversas horas do dia. O conjunto das “horas”, acompanhando o ciclo litúrgico anual, forma a Liturgia das Horas ou Breviário (N. do T.).

[5] “Abri, Senhor...”.

[6] Digna, atenta e devotamente.´


Recordações sobre Mons. Escrivá, entrevista de Salvador Bernal a Mons. Javier Echevarría.