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“Que não me apegue a nada”

Pede ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, e à tua Mãe, que te façam conhecer-te e chorar por esse montão de coisas sujas que passaram por ti, deixando - ai! - tanto resíduo... E ao mesmo tempo, sem quereres afastar-te dessa consideração, diz-Lhe: - Dá-me, Jesus, um Amor qual fogueira de purificação, onde a minha pobre carne, o meu pobre coração, a minha pobre alma, o meu pobre corpo se consumam, limpando-se de todas as misérias terrenas... [...]

S. Josemaria

“Tu és sal, alma de apóstolo”

Tu és sal, alma de apóstolo. - "Bonum est sal" - o sal é bom, lê-se no Santo Evangelho; "si autem sal evanuerit" - mas se o sal se desvirtua..., de nada serve, nem para a terra, nem para o esterco; joga-se fora como inútil. Tu és sal, alma de apóstolo. - Mas se te desvirtuas... (Caminho, 921)

S. Josemaria

“Ele nos quer muito humanos e muito divinos”

Há já muitos anos, vi com clareza meridiana um critério que será sempre válido: o ambiente da sociedade, com o seu afastamento da fé e da moral cristãs, precisa de uma nova forma de viver e de propagar a verdade eterna do Evangelho: nas próprias entranhas da sociedade, do mundo, os filhos de Deus hão de brilhar por suas virtudes como lanternas na escuridão. (Sulco, 318)

S. Josemaria

“Não há razão para que a Igreja e o Estado entrem em choque”

Não é verdade que haja oposição entre ser bom católico e servir fielmente a sociedade civil. Assim como não há razão para que a Igreja e o Estado entrem em choque, no exercício legítimo da sua autoridade respectiva, voltados para a missão que Deus lhes confiou. Mentem - isso mesmo: mentem! os que afirmam o contrário. São os mesmos que, em aras de uma falsa liberdade, quereriam “amavelmente” que nós, os católicos, voltássemos às catacumbas. (Sulco, 301)

S. Josemaria

“É tempo de esperança, e eu vivo deste tesouro”

“É tempo de esperança, e eu vivo deste tesouro. Não é uma simples frase, Padre - dizes-me -, é uma realidade”. Então..., o mundo inteiro, todos os valores humanos que te atraem com uma força enorme - amizade, arte, ciência, filosofia, teologia, esporte, natureza, cultura, almas... - tudo isso, deposita-o na esperança: na esperança de Cristo. (Sulco, 293)

S. Josemaria

“Com Ele estou no tempo da adversidade”

Ainda que tudo se afunde e se acabe, ainda que os acontecimentos ocorram ao contrário do previsto, e nos sejam tremendamente adversos, nada ganhamos perturbando-nos. Além disso, lembra-te da oração confiante do profeta: “O Senhor é nosso Juiz, o Senhor é nosso Legislador, o Senhor é nosso Rei; Ele é quem nos há de salvar”. - Reza-a devotamente, todos os dias, para ajustares a tua conduta aos desígnios da Providência, que nos governa para nosso bem. (Sulco, 855 )

S. Josemaria

“Todos somos irmãos!”

Escreveu também o Apóstolo que “não há distinção entre gentio e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos”. Estas palavras são válidas hoje como ontem: perante o Senhor, não existem diferenças de nação, de raça, de classe, de estado de vida... Cada um de nós renasceu em Cristo, para ser uma nova criatura, um filho de Deus: todos somos irmãos, e temos de comportar-nos fraternalmente! (Sulco, 317)

S. Josemaria

“Fortes e pacientes: serenos”

Se - por teres o olhar cravado em Deus - sabes manter-te sereno ante as preocupações, se aprendes a esquecer as pequenezes, os rancores e as invejas, evitarás a perda de muitas energias, que te fazem falta para trabalhar com eficácia, a serviço dos homens. (Sulco, 856)

S. Josemaria

“As almas santas têm de ser felizes”

Contava-te que até pessoas que não receberam o batismo me têm dito, comovidas: “É verdade, eu compreendo que as almas santas têm de ser felizes, porque encaram os acontecimentos com uma visão que está por cima das coisas da terra, porque vêem as coisas com olhos de eternidade”. Oxalá não te falte esta visão! - acrescentei depois -, para que sejas consequente com o tratamento de predileção que recebeste da Trindade. (Forja, 1017)

S. Josemaria

“Se vês claramente o teu caminho, segue-o”

Por que não te entregas a Deus de uma vez..., de verdade..., agora!? (Caminho, 902)

S. Josemaria