Muito humanos, muito divinos (12): O que realmente conta. Pobreza de espírito
O desafio de ser pobre de espírito vivendo no meio do mundo
Muito humanos, muito divinos (11): Quando o mundo nos fala. Temperança
A temperança no desejo de conhecer permite-nos atingir o núcleo da realidade, e ser almas contemplativas no meio do mundo.
Muito humanos, muito divinos (10): Seguir-te-ei para onde quer que fores. Fortaleza
A virtude da fortaleza permite-nos seguir Jesus sem depender das condições mutáveis da nossa vida e do ambiente em que vivemos.
Muito humanos, muito divinos (9): O dom de olhar com Deus. Virtudes para a contemplação
Algumas virtudes que preparam para ser alma contemplativa no meio das coisas comuns.
Muito humanos, muito divinos (8): A batalha de nossa formação. Acolher a novidade cristã
Neste oitavo artigo consideramos algumas atitudes e conselhos que nos preparam para ser semente fértil no nosso lugar no mundo.
Muito humanos, muito divinos (7): Nosso trabalho, fermento de Deus. Virtudes do trabalho
Neste sétimo artigo descobriremos algumas virtudes do trabalho que aparecem em uma imagem usada por Jesus: a daquela mulher que faz pão para muitas pessoas. O desafio é transformar nossas tarefas diárias em amor para com aqueles que nos rodeiam.
Muito humanos, muito divinos (6): Até executar o que foi decidido. Prudência
Parar para pensar, escolher o caminho, agir. Três momentos essenciais que dão forma à prudência, virtude necessária para fazer o bem no único lugar real: aqui e agora.
Muito humanos, muito divinos (5): Para poder ser amigos. Virtudes da convivência
Toda amizade autêntica implica um esforço tanto para entrar na vida dos outros quanto para deixar que tenham espaço em nós; neste quinto artigo vamos rever algumas virtudes que o facilitam.
Muito humanos, muito divinos (4): O habitat das virtudes: nós mesmos. A vida relacional
Nosso desejo de ser melhores se alimenta do clima em que vivemos e, ao mesmo tempo, frutifica nas relações com os outros.
Muito humanos, muito divinos (3): Procurar os sentimentos de Cristo. Afetividade e crescimento interior
Neste terceiro artigo penetramos no coração das virtudes: o que são, como orientam a nossa afetividade e por que nos fazem mais livres?










