“Tu és sal, alma de apóstolo”
Tu és sal, alma de apóstolo. - "Bonum est sal" - o sal é bom, lê-se no Santo Evangelho; "si autem sal evanuerit" - mas se o sal se desvirtua..., de nada serve, nem para a terra, nem para o esterco; joga-se fora como inútil. Tu és sal, alma de apóstolo. - Mas se te desvirtuas... (Caminho, 921)
“As almas santas têm de ser felizes”
Contava-te que até pessoas que não receberam o batismo me têm dito, comovidas: “É verdade, eu compreendo que as almas santas têm de ser felizes, porque encaram os acontecimentos com uma visão que está por cima das coisas da terra, porque vêem as coisas com olhos de eternidade”. Oxalá não te falte esta visão! - acrescentei depois -, para que sejas consequente com o tratamento de predileção que recebeste da Trindade. (Forja, 1017)
“Fortes e pacientes: serenos”
Se - por teres o olhar cravado em Deus - sabes manter-te sereno ante as preocupações, se aprendes a esquecer as pequenezes, os rancores e as invejas, evitarás a perda de muitas energias, que te fazem falta para trabalhar com eficácia, a serviço dos homens. (Sulco, 856)
“Todos somos irmãos!”
Escreveu também o Apóstolo que “não há distinção entre gentio e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos”. Estas palavras são válidas hoje como ontem: perante o Senhor, não existem diferenças de nação, de raça, de classe, de estado de vida... Cada um de nós renasceu em Cristo, para ser uma nova criatura, um filho de Deus: todos somos irmãos, e temos de comportar-nos fraternalmente! (Sulco, 317)
“Com Ele estou no tempo da adversidade”
Ainda que tudo se afunde e se acabe, ainda que os acontecimentos ocorram ao contrário do previsto, e nos sejam tremendamente adversos, nada ganhamos perturbando-nos. Além disso, lembra-te da oração confiante do profeta: “O Senhor é nosso Juiz, o Senhor é nosso Legislador, o Senhor é nosso Rei; Ele é quem nos há de salvar”. - Reza-a devotamente, todos os dias, para ajustares a tua conduta aos desígnios da Providência, que nos governa para nosso bem. (Sulco, 855 )
“É tempo de esperança, e eu vivo deste tesouro”
“É tempo de esperança, e eu vivo deste tesouro. Não é uma simples frase, Padre - dizes-me -, é uma realidade”. Então..., o mundo inteiro, todos os valores humanos que te atraem com uma força enorme - amizade, arte, ciência, filosofia, teologia, esporte, natureza, cultura, almas... - tudo isso, deposita-o na esperança: na esperança de Cristo. (Sulco, 293)
“Não há razão para que a Igreja e o Estado entrem em choque”
Não é verdade que haja oposição entre ser bom católico e servir fielmente a sociedade civil. Assim como não há razão para que a Igreja e o Estado entrem em choque, no exercício legítimo da sua autoridade respectiva, voltados para a missão que Deus lhes confiou. Mentem - isso mesmo: mentem! os que afirmam o contrário. São os mesmos que, em aras de uma falsa liberdade, quereriam “amavelmente” que nós, os católicos, voltássemos às catacumbas. (Sulco, 301)
O sorriso da África
Duas cientistas do Centro de Pesquisa Médica Aplicada da Universidade de Navarra distribuem remédios e material escolar em Gâmbia
Mensagem do Papa para a Quaresma de 2007
"A Quaresma seja para cada cristão uma experiência renovada do amor de Deus que nos foi dado em Cristo, amor que todos os dias devemos, por nossa vez, «dar novamente» ao próximo, sobretudo a quem mais sofre e é necessitado." (Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma de 2007).
Discurso do Papa nas jornadas de reflexão sobre a “Novo Millennio Ineunte”
Discurso do Santo Padre João Paulo II aos fiéis da Prelazia com motivo de umas jornadas de reflexão sobre a Carta Apostólica “Novo Millennio Ineunte” (14-17 de março de 2001). O Santo Padre, com motivo do começo do Terceiro Milênio e os desafios da Igreja, refere-se à “cooperação orgânica” de sacerdotes e leigos no Opus Dei, sublinhando assim a sua unidade.



