Etiqueta: Filiação divina

Há 14 resultados para "Filiação divina"
Eu sou de Deus e Deus é meu

Eu sou de Deus e Deus é meu

Preciso de te confiar a minha emoção interior, depois de ler as palavras do profeta Isaías: "Eu te chamei, és Meu!: que Deus me diga a mim que sou Seu! É para se tornar louco de Amor! A filiação divina é o fundamento dos ensinamentos de S. Josemaria, apresentamos alguns textos para meditar sobre o amor de Deus a cada pessoa.

Textos para orar
Nicolás nasceu com síndrome de Down

Nicolás nasceu com síndrome de Down

Socorro Ache de Viana, mãe de uma grande família, teve medo quando soube seu filho número 11, Nico, nasceu com a síndrome de Down. A rebelião inicial depois deu lugar à certeza de que tudo que Deus permite é para o bem. E com o Nico comprova esta realidade.

Testemunhos
16 de Outubro de 1931, em Madrid, num elétrico: 'Abba, Pater!'

16 de Outubro de 1931, em Madrid, num elétrico: 'Abba, Pater!'

Tinha passado algum tempo numa igreja tentando rezar, mas sem conseguir. Ao sair da igreja comprei um jornal e apanhei o elétrico. Ali "senti afluir a oração de afetos, copiosa e ardente", perdido na contemplação "dessa maravilhosa realidade: Deus é meu Pai." São Josemaria sentiu "a ação do Senhor, que fazia germinar no meu coração e nos meus lábios, com a força de algo imperiosamente necessário, esta terna invocação: Abba! Pater! Estava eu na rua, num elétrico."

Uma abordagem ao estudo da vida de infância em São Josemaria

Uma abordagem ao estudo da vida de infância em São Josemaria

Os autores que abordam a vida de infância convergem geralmente em que tem a sua origem na Sagrada Escritura; que aparece, sobretudo a partir da Idade Média, associada à devoção à Infância de Jesus; e que assenta as suas raízes na filiação divina. Aqui procura-se examinar de que modo estas características se verificam na vida e nos escritos de São Josemaria Escrivá.

“Eu confio em ti. Sei que és meu Pai”

Jesus ora no horto: Pater mi (Mt 26,39), meu Pai, Abba, Pater! (Mc 14,36), Abba, Pai! Deus é meu Pai, ainda que me envie sofrimento. Ama-me com ternura, mesmo que me fira. Jesus sofre, para cumprir a Vontade do Pai... E eu, que quero também cumprir a Santíssima Vontade de Deus, seguindo os passos do Mestre, poderei queixar-me se encontro por companheiro de caminho o sofrimento? Será esse um sinal certo da minha filiação, porque Deus me trata como ao seu Divino Filho. [...]

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“Nós, os filhos de Deus, temos de ser contemplativos”

Nunca compartilharei a opinião - embora a respeite - dos que separam a oração da vida ativa, como se fossem incompatíveis. Nós, os filhos de Deus, temos de ser contemplativos: pessoas que, no meio do fragor da multidão, sabem encontrar o silêncio da alma em colóquio permanente com o Senhor; e olhá-Lo como se olha para um Pai, como se olha para um Amigo, a quem se ama com loucura. (Forja, 738)

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“Comportamo-nos como filhos de Deus?”

Um filho de Deus não tem medo da vida nem medo da morte, porque o fundamento da sua vida espiritual é o sentido da filiação divina: Deus é meu Pai - pensa - e é o Autor de todo o bem, é toda a Bondade. - Mas será que tu e eu nos comportamos, de verdade, como filhos de Deus? (Forja, 987)

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